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Encontro do Circuito Turístico Nascente das Gerais e Canastra em Araxá define reposicionamento de marca

Araxá foi anfitriã da reunião de trabalho da Associação do Circuito Turístico Nascentes das Gerais e Canastra, na tarde da última sexta-feira (10), na Pousada Dona Beja. O encontro contou com a presença do prefeito Robson Magela, acompanhado do secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, Juliano Cesar da Silva, e reuniu prefeitos, vices e/ou secretários de 15 municípios envolvidos no projeto. Outros quatro municípios que integram o circuito participaram de forma virtual. 

Em sua fala de boas-vindas, o prefeito Robson Magela falou da importância de o grupo pensar em estratégias para alavancar o setor turístico, principalmente tendo em vista as oportunidades que deverão surgir no pós-pandemia. 

“Se nos preparamos agora, a gente se adianta. E acredito que o trabalho deve ser conduzido no sentido de resgatar a referência no setor que parte das cidades que integram o circuito já foram um dia, especialmente Araxá”, disse o prefeito Robson. 

A principal pauta do encontro foi a discussão de um novo projeto que vai reposicionar a marca “Circuito Nascentes das Gerais e Canastra”. A proposta é desenvolver um circuito mais integrativo e baseado em experiências que envolvam o ecoturismo, turismo rural, religioso, náutico, de aventura e gastronomia nas cidades participantes. 

“A ideia é que o turista que venha à nossa região, fique por aqui por pelo menos três dias, visitando não só uma cidade, como as outras que também integram o circuito. E quando a gente une forças com essas outras cidades, nós conseguimos uma maior visibilidade e comunicação com turistas do Brasil e até do exterior”, reiterou o secretário Juliano Cesar. 

O deputado estadual Bosco, convidado para participar da reunião prévia de apresentação da nova marca do circuito, adiantou que vai incentivar o projeto com a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 500 mil. 

O gestor do circuito, Kleyber da Silveira, disse que o próximo passo é traçar diretrizes para viabilização do projeto, envolvendo o apoio institucional de empresas, agências de viagem e o apoio de mais políticos através de emendas para investimento em infraestrutura. A expectativa é que a nova marca do Circuito Nascentes das Gerais e Canastra seja lançada em março de 2022. 

Além de Araxá, os outros 18 municípios associados ao circuito são: Alpinópolis, Capitólio, Carmo do Rio Claro, Cássia, Claraval, Delfinópolis, Guapé, Ibiraci, Itaú de Minas, Passos, Pratápolis, São João Batista do Glória, São José da Barra, Piumhi, São Roque de Minas, Ilicínea, Tapira e Vargem Bonita.

Assessoria de Comunicação

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Araxá já recolheu mais de 2.000 toneladas de entulho em áreas entre janeiro e setembro

Lixo, entulho, móveis velhos e animais mortos. A limpeza de praças, espaços públicos, canteiros e áreas verdes já gerou um volume de aproximado de 500 caminhões desde o início do ano. Entre janeiro e a primeira quinzena de setembro, já são mais de 2.000 toneladas de material não orgânico e galhos recolhidos em áreas de descarte irregular durante os mutirões realizados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e o Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA) .

De acordo com o Código de Posturas de Araxá, o cidadão que despejar, de forma irregular, ou fora do horário de coleta, lixo e entulho nas vias da cidade, pode responder processo administrativo e criminal.

“O descarte irregular de entulho e lixo em lotes baldios e áreas públicas é crime contra o meio ambiente previsto em Lei Federal, Decreto Estadual e no Código de Posturas. O infrator está sujeito a uma multa que pode chegar a 50 Unidades Fiscais da Prefeitura de Araxá (UFPAs) – R$ 2.807,50 -”, explica o chefe da Divisão de Meio Ambiente do IPDSA, o biólogo Vinícius Martins.

De acordo com o secretário municipal de Serviços Urbanos, Ricardo Alexandre da Silva (Kaká), o Poder Público tem feito sua parte, mas é preciso ajuda e conscientização da população.

“Precisamos que as pessoas tenham consciência e não descartem lixo em locais inadequados, principalmente naqueles que podem tornar-se criadouros do mosquito transmissor da dengue e outras doenças. Além desses locais se transformarem em áreas de risco para a saúde pública, o trabalho que temos que fazer para retirada acaba prejudicando outros serviços de atendimento à população”, explica.

O cidadão que deseja fazer um descarte correto de entulho pode procurar a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. Em relação ao descarte de móveis e eletrodomésticos, a população pode acionar a cooperativa ou associações de catadores de recicláveis. A população também pode contribuir denunciando situações de descarte no IPDSA através do número: 3661-3675 ou 3612-2498.


Assessoria de Comunicação

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Prefeitura pede conscientização da população para não descartar entulho em áreas irregulares

O descarte de entulhos, material não orgânico e galhos em áreas irregulares tem causado diversos problemas em Araxá. Mais de 2.000 toneladas de entulhos já foram recolhidas durante os mutirões realizados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e o Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável de Araxá (IPDSA). A Prefeitura de Araxá pede à população mais conscientização para evitar mais problemas ambientais e de saúde pública nesses locais. Além disso, o trabalho de retirada desses resíduos atrasa o cronograma de outros serviços de limpeza no município. 

“É um serviço que infelizmente não caminha, não vai para frente por causa da falta de conscientização. Tem espaços na cidade que nossa equipe precisa voltar toda semana. Recentemente, houve uma situação em que estávamos removendo o entulho e lixo de uma área verde, na matinha do bairro São Francisco, e na mesma hora chegou um veículo e despejou mais lixo. Se a população não se conscientizar, a gente não consegue manter a cidade limpa”, alerta o secretário Ricardo Alexandre da Silva (Kaká). 

O chefe da Divisão de Meio Ambiente do IPDSA, o biólogo Vinícius Martins, reforça que o descarte irregular de entulho e lixo em lotes baldios e áreas públicas é crime contra o meio ambiente, e o infrator está sujeito a uma multa que pode chegar a 50 Unidades Fiscais da Prefeitura de Araxá (UFPAs), que equivale a R$ 2.807,50. 

“Além de pesar no bolso, gera uma série de problemas para quem vive próximo ao local onde esse material é descartado. Impacta negativamente o paisagismo da área; pode causar enchentes e alagamentos na cidade; prejudica a sobrevivência da fauna e flora; causa mal cheiro; provoca a proliferação de ratos, baratas e escorpiões; e aumenta o número de criadouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya”, afirma. 

Segundo Kaká, hoje na cidade já existem alguns locais em que esta prática do descarte é comum. Ele adianta que a pasta, em atuação conjunta com o IPDSA, está alinhando um projeto que vai criar cinco ecopontos pela cidade, nas regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro. Nesses locais será permitido o descarte apenas de Resíduos de Construção Civil (RCC). 

“Hoje a alternativa que a população tem é descartar os resíduos de construção civil no Bota-fora do Distrito Industrial. Em relação ao descarte de móveis e eletrodomésticos, a população pode acionar a cooperativa ou associações de catadores de recicláveis. Eles fazem a fragmentação para o aproveitamento de cada tipo de material”, explica. 

A população também pode contribuir denunciando situações de descarte no IPDSA através do número: 3661-3675 ou 3612-2498.

Assessoria de Comunicação

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Delta já responde por 63% dos casos de Covid-19 no Brasil, diz Rede Corona-Ômica

variante Delta já representa 63% dos casos de Covid-19 no Brasil. O dado é da Rede Corona-ômica, formada por pesquisadores de todo o país e vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apurado a partir de amostras do novo coronavírus depositadas na plataforma internacional Gisaid nos últimos 15 dias

Estrutura de hospitais com leitos de UTI e enfermaria para o tratamento da Covid-19Marcella Gomes

De acordo com os pesquisadores, a linhagem originária da Índia já chegou a 24 estados e ao Distrito Federal.

No Brasil, a cepa Delta só não foi diagnosticada ainda no Acre e em Roraima, onde há casos em investigação. Quase a totalidade dos 37% restantes é de amostras da variante Gamma (P1), de Manaus.

Há registros ainda das linhagens Mu e Lambda, variantes de interesse da Organização Mundial de Saúde (OMS), e não de preocupação, como as demais. No entanto, a presença delas é residual.

Coordenador da rede Corona-ômica e professor da Universidade Feevale (RS), o virologista Fernando Spilki entende a Delta repete no Brasil um padrão observado no exterior, e que o surto anterior da variante Gamma pode ter atrasado a disseminação da linhagem originária da Índia.

“Provavelmente a imunidade de curta duração que tivemos com o surto de grandes proporções de Gamma atrasou a disseminação da Delta, mas o caminho dela está bem determinado em vários estados, deslocando outras variantes. Principalmente, desalojando a Gamma e ocupando protagonismo. Felizmente não temos ainda aumento do número de casos, exceto no Rio de Janeiro. Mas isso ainda pode ocorrer nas próximas semanas”, avalia.

Outra razão apontada pelo pesquisador para um avanço mais lento da Delta é o elevado grau de produção de anticorpos provocado por vacinação recente contra a Covid-19.

Para analisar a situação por estado em termos proporcionais, a rede tem utilizado o recorte dos últimos 45 dias, para garantir que todas a unidades da federação estejam representadas neste período, porque algumas não depositaram amostras no Gisaid em intervalos menores.

Nestas condições, com base em sequenciamentos realizados no período, o Rio de Janeiro tem mais casos da variante Delta: 85%, seguido por São Paulo, com 77%, Paraíba 76%, Santa Catarina 70% e Minas Gerais 42%.

O virologista destaca que o cenário pede atenção, porque não é simples prever o comportamento do vírus a partir do momento em que ele se torne prevalente em cada praça.

“Nós chegamos a ver uma elevação do número de casos no Rio depois que ultrapassou a barreira dos 50%, houve uma elevação momentânea, mas ela também não se manteve ao longo do tempo. Por enquanto, efetivamente, é difícil e vai variar com a situação epidemiológica de cada local. A gente não consegue cravar, como nós imaginávamos, um limite. O que a gente precisa é estar muito atento é à contagem de casos a partir de agora, que ela (Delta) domina o cenário em vários locais”, conclui Spilki.

FONTE CNN BRASIL

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Braço de lutador russo ‘explode’ durante luta de MMA; confira 

Conhecido como Popeye, Kirill Tereshin teve que interromper a luta por conta da lesão no bíceps e corre risco de perder os braços

Lutador admitiu que não adquiriu músculos de forma natural
REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @ KIRILLTERESHIN96

Kirill Tereshin, conhecido como Popeye, por conta dos braços que destoam do restante do corpo, teve que parar uma luta por causa de uma grave lesão no bíceps. Nas imagens, a impressão é de que o braço do lutador pode “explodir” a qualquer momento, tamanho inchaço. 

Durante o combate, Kirill tenta acertar socos em seu adversário. O que ele não percebe é que seus braõs vão ficando inchados, até o momento que a luta é interrompida. Ex-soldado, o hoje lutador de MMA ficou conhecido na internet por conta dos bíceps desproporcionais. 

O “Popeye” agora terá que ser submetido a um procedimento cirúrgico para retirada do excesso de pele e músculos dos braços. O lutador corre ainda o risco de ter os dois membros amputados. 

Como já era de se imaginar, Kirill confessa que os músculos dos braços não foram adquiridos de forma natural, por meio de treinos, dieta e musculação. Ele afirma que fez uso de óleo de synthol, substância usada para inchar os membros e que pode levar à deformação e fibrose muscular. 

FONTE R7

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Selva de pedra: raposa abocanha pomba em rua de Londres

A raposa faminta se aproxima sorrateiramente de um bando de pombas. Ela avança, todas fogem, com exceção de uma. A presa, abocanhada de uma só vez. O palco onde se desenrola a caçada? Uma rua ao leste de Londres.

Apesar da presença de raposas na capital inglesa não ser algo extraordinário para muitos, uma relação ecológica visceral como o ato de predação ainda costuma impactar testemunhas oculares. É o caso da publicitária que flagrou em vídeo a cena acima, a qual foi identificada pelo tabloide britânico Metro apenas como Jo.

Em entrevista à publicação, Jo disse ter encontrado a raposa assim que dobrou uma esquina. Ela então imaginou que conseguiria um bom registro de vida selvagem no ambiente urbano.

No entanto, faltou combinar o plano com os bichos: “Não podia acreditar, a pobre pomba“, lamentou, “isso realmente me chocou.”

“A raposa não se importava com as pessoas que passavam”, lembra a publicitária. Frieza tão aterradora que ela logo pensou nos coelhos que mantêm como pets: “Definitivamente irei mantê-los dentro de casa agora.”

Conforme reportado pelo Metro, a organização de conservação London Wildlife Trust estima que existam na atualidade cerca de 10 mil raposas vivendo na capital inglesa. Animais com dieta predominantemente carnívora, que em ambiente urbano são obrigados suprir as necessidades nutricionais por meio do lixo doméstico.

De volta a Jo, ela afirma que o vídeo dividiu internautas ao ser compartilhado na rede social Reddit. “Algumas pessoas estão do lado da raposa, dizendo que ela tem que comer”, explica, “outras estão do lado da pomba.”

Há ainda um terceiro grupo, que não aceita o espanto da jovem diante cena: “Disseram que eu não sei como a natureza funciona… Eu só não tinha visto isso de forma tão explícita”, justifica.

Ainda em Londres, outra raposa foi resgatada após entalar cabeça em uma roda de carro. Confira abaixo!

  • raposa acima deu um jeito de entalar a cabeça na roda de um carro, que encontrou em um jardim ao sul de Londres, capital da Inglaterra.
  • Fonte R7
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Holanda transforma pontos de ônibus em abrigo para abelhas

A cidade de Utresh, na Holanda, está transformando os pontos de ônibus em locais de polinização para abelhas Foto: Divulgação

Uma das cidades mais populosas da Holanda instalou telhados verdes nos pontos de ônibus para ajudar na polinização de abelhas.

A administração de Utrecht implementou uma solução criativa para trazer o meio ambiente para os espaços urbanos, por meio de estações ecológicas que também vão beneficiar outros insetos, como borboletas.

No total, são 316 paradas com iluminação LED e assentos de bambu. Em outras, a prefeitura instalou painéis solares.about:blank

Meio ambiente

Além de um benefício estético, a população de abelhas pode aumentar, com o plantio de suculentas e outras espécies floridas que são favoritas de polinizadores e, finalmente, ajudar a melhorar a qualidade do ar na cidade.

Dessa forma, a cidade busca proteger a biodiversidade criando refúgios para insetos polinizadores.

A ideia é armazenar água da chuva em telhados verdes, o que também ajuda a regular a temperatura e a capturar partículas de poeira.

Mudanças Climáticas

Este novo projeto vem acompanhado de outras medidas estabelecidas em Utrecht para ajudar no combate aos efeitos das mudanças climáticas e na proteção do meio ambiente.

Entre as mudanças estão a troca dos ônibus tradicionais pelos elétricos, já que em 2028 é que o sistema público esteja livre de carbono.

Por outro lado, as autoridades municipais estão fazendo parcerias com empresas privadas, para promover a implantação de telhados verdes em residências e edifícios públicos e privados.

Tudo isso para que as abelhas e outros polinizadores possam ter mais espaços verdes como abrigos.

Boa idéia para ser copiada, não?

A ideia é levar os telhados verdes para outros prédios da cidade Fotos: Divulgação
A ideia é levar os telhados verdes para outros prédios da cidade Fotos: Divulgação

Com informações do Nation
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Fernanda Montenegro e Gilberto Gil disputam vaga na ABL; veja como funciona processo

Com cinco cadeiras vagas, a Academia Brasileira de Letras (ABL) tem atualmente 12 personalidades candidatas à se tornarem “imortais”. O processo para eleger um membro dispõe de influências similares à da política, e além da forte contribuição intelectual, é importante cativar votos com os acadêmicos.

A vaga mais recente foi aberta nesta quinta-feira (9). O acadêmico e professor Tarcísio Padilha, ocupante da cadeira número 2 da ABL, morreu nesta quinta-feira (9), no Rio de Janeiro, vítima da Covid-19. Seu posto deve ter um novo ocupante até o início de 2022. A abertura da inscrição para ocupar sua cadeira irá ocorrer após a conclusão das homenagens na “Sessão de Saudade”, cerimônia dedicada à cada membro que falece.

A atriz Fernanda Montenegro disputa atualmente a cadeira 17, que pertenceu a Affonso Arinos de Mello Franco. Tamanho é o prestígio da dama do teatro brasileiro, que Montenegro está sem concorrentes para a vaga. Entretanto, ser o único candidato não garante a aprovação, uma vez que os acadêmicos podem optar por não eleger, caso a pessoa não se enquadre no perfil.

Rodrigo Silva
Anna Gabriela Costada CNN
em São Paulo

Porém, com quase 80 anos dedicados à dramaturgia, Fernanda Montenegro é um desejo antigo dos acadêmicos, que insistiram por sua candidatura. Portanto, em breve o Brasil poderá ter sua dama do teatro imortalizada em uma cadeira da Academia Brasileira de Letras.

A cadeira 20, que pertenceu a Murilo Melo Filho, está com dois candidatos de peso: o cantor Gilberto Gil e o poeta Salgado Maranhão.

Há algum tempo, a Academia Brasileira de Letras busca maior valorização da cultura popular brasileira, e também dispersa dos padrões romancistas e literários. Sendo assim, há membros historiadores, padres, médicos, como por exemplo o cirurgião plástico Ivo Pitanguy. O essencial é ter escrito um livro de grande importância, explica a ABL.

Acadêmico e professor Tarcísio Padilha, imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) / Guilherme Gonçalves/Acervo ABL

Paulo Niemeyer, Gabriel Chalita, Joaquim Branco e Daniel Munduruku querem se tornar um imortal ocupando a cadeira 12, que pertenceu a Alfredo Bossi.

Já a cadeira 39, que era de Marco Maciel, é a que soma mais candidatos até o momento: José Paulo Cavalcanti, Edney Silvestre, Ricardo Cavaliere, Godofredo de Oliveira Neto e Raquel Naveira.

Como se candidatar à Academia Brasileira de Letras

O estatuto da ABL estabelece que para alguém se candidatar ao posto de “imortal” é preciso ser brasileiro nato e ter publicado, em qualquer gênero da literatura, obras de reconhecido mérito ou, fora desses gêneros, livros de valor literário.

“Seguindo o modelo da Academia Francesa, a ABL é constituída por 40 membros efetivos e perpétuos. Além deste quadro, existem 20 membros que atuam como correspondentes estrangeiros”, afirma a ABL.

Como funciona o processo de votação

Quando um acadêmico morre, a cadeira é declarada vaga na chamada “Sessão de Saudade”, que ocorre às quintas-feiras e homenageia internamente o acadêmico.

A partir de então os interessados dispõem de dois meses para se candidatarem por meio de carta ou e-mail enviados ao presidente da academia. Os “imortais” são escolhidos mediante eleição por escrutínio secreto.

À CNN, a assessoria da ABL explicou que o processo consiste em também em “ir atrás de votos”, e de certa forma, fazer sua campanha e convencer os imortais sobre merecimento da almejada cadeira.

Datas das próximas eleições

  • Cadeira número 17: 4 de novembro;
  • Cadeira número 20: 11 de novembro;
  • Cadeira número 12: 18 de novembro (encerramento das inscrições em 17/09)
  • Cadeira número 39: 24 de novembro (encerramento das inscrições em 24/09)

FONTE CNN BRASIL

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Ceará investiga nove casos suspeitos da ‘doença da urina preta’

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) investiga a ocorrência de nove casos suspeitos da Doença de Haff, conhecida popularmente como “doença da urina preta”. Os números dizem respeito até o dia 21 de agosto e aguardam confirmação laboratorial da toxina presente em peixes possivelmente contaminados.

A Doença de Haff é transmitida por meio de toxinas presentes em peixes e crustáceos mal acondicionados. — Foto: Fabiane de Paula/SVM

De acordo com o Ministério da Saúde, a Doença de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em peixes como o tambaqui, o badejo, a arabaiana ou em crustáceos, como a lagosta, o lagostim e o camarão.

A toxina, sem cheiro e sem sabor, surge quando o peixe não é guardado e acondicionado de maneira adequada. Quando ingerida, ela provoca “destruição das fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro dessas fibras no sangue, ocasionando danos no sistema muscular e em órgãos como os rins”, segundo o Ministério.

Conforme a Secretaria da Saúde cearense, dos nove casos suspeitos, quatro são homens e cinco são mulheres, com idade média de 51 anos. Os principais sintomas observados, conforme a pasta, foram a urina preta, mialgia na região cervical, nos membros inferiores e superiores, além de dores articulares.

A Doença de Haff pode provocar sintomas entre duas e 24 horas após o consumo do animal infectado. Ela provoca extrema rigidez muscular, também podendo causar dor torácica, dificuldade para respirar e dormência.

Tratamento e prevenção

O Ministério da Saúde aponta que a hidratação é “fundamental nas horas seguintes ao aparecimento dos sintomas, uma vez que assim é possível diminuir a concentração da toxina no sangue, o que favorece sua eliminação através da urina”. Em casos mais graves, pode ser preciso fazer hemodiálise.

Na maioria das vezes, o quadro costuma evoluir bem, mas há risco de morte, especialmente em pessoas com comorbidades. O indicado é procurar ajuda logo após o aparecimento dos primeiros sintomas para que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível.

Não há nada específico que possa ser feito para evitar a enfermidade. Não existem formas de identificar a toxina: ela não tem cheiro, gosto ou cor e não desaparece após o cozimento da carne. A indicação é reduzir o consumo de peixes ou comprá-los em locais onde se conhece o processo de transporte e guarda.

FONTE G1

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Araxá realiza mais um curso gratuito para certificação de bares e restaurantes

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Minas), o Sindicato do Comércio Hoteleiro e Similares do Planalto de Araxá (Sindhorb) e a Sala Mineira do Empreendedor realizam mais um curso de boas-práticas para atendimento seguro contra a Covid-19 na próxima terça-feira (14). Esta será a última capacitação oferecida de forma gratuita no município. Ao todo, cinco cursos voltados para bares e restaurantes já foram ministrados.

Os empreendimentos de alimentos e bebidas de Araxá têm até o fim do ano para se regulamentar e obter o Selo de Certificação. Além do treinamento obrigatório, os estabelecimentos devem cumprir todas as medidas sanitárias de proteção contra o coronavírus e os documentos necessários para funcionamento. Quem não cumprir as exigências poderá ter o alvará suspenso a partir do próximo ano.

Empreendedores e trabalhadores do setor devem acessar o link (https://bit.ly/BoasPraticasAlimentosSetembro) para realizar a inscrição. O selo vai referendar as empresas do setor de alimentação que estão de acordo com as boas práticas de combate à Covid-19 e um número de identificação, distribuído pela Vigilância Sanitária que vai vistoriar as medidas adotadas, ficará disposto em um local visível da empresa para conhecimento da população e turistas.

Serviço

Curso Online – Boas práticas para atendimento seguro

Data: 14/09/2021 (terça)

Horário: 16h às 18h

Inscrição: https://bit.ly/BoasPraticasAlimentosSetembro

Assessoria de Comunicação