Valorizar a cultura negra, exaltando identidades e costumes. Com esta proposta, uma parceria entre a Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) Araxá realizou um evento que marcou o início das atividades do Mês da Consciência Negra, na última segunda-feira (13).
O momento contou com desfile que exaltou a beleza negra, com modelos de várias idades; além da apresentação de samba de roda e oficina de turbantes, organizadas pelo Centro de Referência da Cultura Negra.
A programação em celebração à data continuará na próxima semana, com atividades no Centro de Referência, em escolas da cidade e no projeto Prefeitura no Bairro. O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro.
Quatro jogos definiram os classificados para a semifinal do Campeonato Ruralão 2023, neste domingo (12). Garantiram as vagas as equipes da Fazenda Máfia, Curva de Rio, Audax e Santa Vitória.
Campo Délcio Campolina (AEF) Fazenda Máfia 1 x 0 Santo Antônio (Pênaltis: Fazenda Máfia 9 x 8 Santo Antônio)
Curva de Rio 0 x 0 Ajesp
Campo Chácara Dona Adélia Audax 0 x 0 Gondins Santa Vitória 2 x 1 São Pedro
Confrontos das semifinais:
Audax x Curva de Rio Santa Vitória x Máfia
De acordo com o regulamento da competição, em caso dois resultados iguais, o vencedor será decidido nos pênaltis. —
O melhor da gastronomia em um só lugar! O Festival Saberes e Sabores fomentou o turismo e movimentou o comércio da cidade. Em quatro dias de realização, mais de 10.000 pessoas passaram pelo pátio da Fundação Cultural Calmon Barreto, de acordo com a organização. O evento contou com a parceria da Prefeitura de Araxá e Fundação Cultural Calmon Barreto.
Aberto gratuitamente ao público, o festival contou com comidas e bebidas típicas, oficinas e muita música boa com o jazz, blues, rock, samba e choro.
As grandes chefs da cozinha mineira fizeram homenagem às mulheres e ainda prepararam pratos inspirados nas influências indígenas, dos bandeirantes, tropeiros e imigrantes. E quem esteve nas oficinas aprendeu sobre bebidas especiais e os segredos da boa mesa.
Fortalecer e valorizar a mineiridade, com o que há de melhor na gastronomia. Com esta proposta, o evento Saberes e Sabores 2023 acontece entre os dias 9 e 12 de novembro, de quinta a domingo, na Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB).
Com entrada gratuita, o evento destaca ao público gastronomias típicas, palestras, oficinas, lançamentos de livros, shows, área kids, aulas com os grandes chefs, degustação de pratos da culinária mineira e de drinks.
A estrutura está conta com acessibilidade e 14 estandes. “Araxá é considerada a capital da cultura e da gastronomia das Gerais, com alta representatividade nos reconhecidos sabores mineiros. O festival vem para fortalecer as nossas raízes, valorizar e dar voz a toda essa riqueza e diversidade mineira”, diz o organizador Armando de Angelis.
A curadora Rosilene Campolina ressalta que este ano o festival busca elevar a representatividade da mulher. “Teremos apresentações de grandes chefs mineiras, que terão destaque nesta edição, com homenagem ao protagonismo feminino na gastronomia, justamente na cidade onde viveu e se tornou conhecida a destemida Dona Beja”, conta.
Com parceria da Prefeitura de Araxá, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo e FCCB, do Virgilius Palace Hotel, a edição 2023 do festival conta com o patrocínio master da CBMM, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e da Cemig, pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura. A Rio Branco Energias, Zema e Stadt Jever também são patrocinadoras do evento. A promoção é da De Angelis e Tri Ciclo Produções.
Programação Cultural
09/11 – Quinta
– 18h: Palestra de abertura com Armando de Angelis e Rosilene Campolina; – 19h: Manga Rosa (Jazz); – 21h: Julia Ribas e Nestor Lombida no piano.
10/11 – Sexta
– 19h: Jazz a Três; – 21h: MW Trio – Blues.
11/11- Sábado
– 19h: John Big Band; – 21h: Tiago Martins Quarteto convida Ludy Rocha – Jazz, Blues e Rock.
12/11 – Domingo
– 13h: Danilo Samba Choro; – 15h: Os Arachás Samba.
A programação completa está disponível no Instagram: ( @saberesesaboresdearaxa ). —
Eduardo Lima superou dificuldades no sertão até chegar a um dos museus mais famosos do mundo
As pinturas de um brasileiro chegaram ao Carroussel do Louvre e a sua reação ao vê-las viralizou nas redes sociais. Eduardo Lima nasceu no sertão da Bahia e carrega uma história de desafios como frentista, antes de conquistar espaço em um dos museus mais famosos do mundo.
Eduardo Lima / Arquivo pessoal
O artista conta que a emoção veio em meio a lembranças do início de sua trajetória: “Eu lembrei de toda a minha história de frentista no posto, dos amigos me elogiando, das dificuldades que passei, do carro que quebrava e a gente empurrava. Uma série de coisas passou pela minha cabeça e eu não contive a emoção. Eu já tinha chorado muito antes. O vídeo é só o finalzinho da história.”
Ele conta ainda que seu primeiro contato com a arte foi no trabalho de seu pai, que fazia peças de cerâmica. “Eu via aquelas pessoas fazendo coisas com barro e ficava apaixonado”, conta o artista que retrata cenas cotidianas do Nordeste.
“O que me inspira é gente. Eu digo que gente simples me interessa. Essas pessoas do sertão, essas pessoas que lavam a terra, que trabalham na casa de farinha, que ganham o pão de forma mais suada: essas pessoas me interessam muito. Eu vejo muita beleza nessas atividades e é justamente essas pessoas que eu estou sempre retratando através da tinta e dos pincéis.”
Sua trajetória profissional, no entanto, começou em um posto, onde trabalhou por nove anos. Lima usava as horas vagas para fazer arte, segundo ele, de forma despretensiosa.
“De tanto meus amigos elogiarem, eu decidi sair do posto e viver a vida como artista. Se está todo mundo dizendo que eu sou artista, então eu sou. Dá para viver de arte sim. Então em 2005 eu saí do posto, comprei um carro velho, enchi de tela e saí andando pelo sertão oferecendo essas pinturas para quem eu encontrasse pelo caminho. Eu era um ambulante de arte”, conta Lima.
Ainda nessa época, outros desafios surgiram. Eduardo pensou em desistir por conta das dificuldades e, durante um período, deixou de se dedicar à arte para trabalhar com construção civil.
Nos anos seguintes, com a popularização da internet, ele decidiu publicar fotos das suas obras em uma rede social. A iniciativa deu certo e seu trabalho chegou cada vez mais longe. Com isso, chegou um ponto em que decidiu deixar o trabalho na construção civil e voltar a focar em suas obras. Foi nesta época que Eduardo montou seu ateliê.
Obra Falando ao Coração, de Eduardo Lima / Divulgação
Obra Falando ao Coração, de Eduardo Lima / Divulgação
“Começamos um projeto para levar arte para todas as capitais e foi o que fizemos. Pessoas do mundo todo vêm fazendo contato comigo. Onde dá para chegar, estamos levando arte.”
Eduardo conta ainda que não esperava tamanho sucesso. Segundo ele, o apoio da família e a crença em si mesmo o ajudaram a chegar onde está hoje: “Eu nunca imaginei chegar onde cheguei. Eu já fiz exposição em que poucas pessoas nem davam bola para as obras que estavam expostas. Eu cheguei a retirar as minhas obras e as pessoas nem perceberam que eu tinha montado uma exposição. Foram muitas coisas para me puxar pra trás, mas eu confesso que as pessoas sempre me incentivaram e eu me apeguei muito a isso. Acredite em você, que tudo vai dar certo”.
Local ficou inacessível por problemas estruturais e passou por ampla renovação, agora reabre com exposição de objetos encontrados durante escavações
Desde 21 de setembro, os visitantes que chegam em Roma podem conferir de perto a Domus Tiberiana, o primeiro palácio imperial romano, que foi reaberto ao público após cerca de 50 anos fechado.
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Situado na encosta do Monte Palatino com vistas para o Fórum Romano, o local estava inacessível desde a década de 1970 devido a problemas estruturais. Em tempos recentes, passou por renovações e por um processo de musealização para retornar à cena cultural da cidade.
Construído no século 1 d.C, o palácio abrange bairros residenciais, áreas ajardinadas, locais de culto, salas de proteção ao imperador e um bairro de serviços voltado ao Fórum Romano.
Com a reabertura, os visitantes podem andar pelos antigos caminhos usados pelo imperador e pela corte, bem como checar uma mostra com centenas de artefatos que foram encontrados durante escavações recentes, como estátuas, decorações, moedas e objetos em metal e vidro.
“A reabertura da Domus Tiberiana é mais um passo importante para a plena fruição da área arqueológica central de Roma, a maior do mundo em um contexto urbano extraordinário”, escreveu nas redes sociais Alfonsina Russo, arqueóloga e diretora do Parco archeologico del Colosseo, zona arqueológica que abrange o Coliseu, o Fórum, a Domus Tiberiana e áreas adjacentes.
Considerado o primeiro verdadeiro palácio imperial, o local sofreu ampliações e remodelações ao longo do tempo, de acordo com a diretora do Parco archeologico del Colosseo. As mais importantes foram nos tempos dos imperadores Domiciano (81-96 d.C.) e Adriano (117-138 d.C.), até atingir uma extensão de quatro hectares.
1 de 2Visitantes nas bases da Domus Tiberiana, no Monte Palatino, em RomaCrédito: Wikimedia Commons
2 de 2Fórum Romano no pôr do sol, em RomaCrédito: Benson Kua/Flickr
No século 7 d.C foi escolhido como sede papal por João VII, até ficar abandonado por séculos. Em meados do século 16, a família Farnese construiu o Horti Farnesiani nos terraços da Domus Tiberiana, sendo um dos primeiros jardins privados da Europa e destinado a abrigar uma nova corte.
Para percorrer o local é necessário desembolsar 16 € (cerca de R$ 85), em que o tíquete dá direito de adentrar o Coliseu, o Fórum Romano e o Monte Palatino.
Local era possível área onde indígenas afiavam flechas e lanças antes da chegada dos europeus
Rostos humanos esculpidos em pedra há cerca de 2.000 anos apareceram em um afloramento rochoso ao longo do rio Amazonas desde que os níveis da água caíram para níveis recordes na pior seca da região em mais de um século.
Algumas gravuras rupestres já foram avistadas antes, mas agora há uma variedade maior que ajudará os pesquisadores a estabelecer suas origens, disse o arqueólogo Jaime de Santana Oliveira na segunda-feira (23).
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Seca no Amazonas: Rio Negro atinge nível mais baixo da história
Uma área mostra sulcos suaves na rocha que se acredita serem o local onde os habitantes indígenas afiavam suas flechas e lanças muito antes da chegada dos europeus.
O ponto rochoso é chamado de Ponto das Lajes, na costa norte do Amazonas, próximo à confluência dos rios Rio Negro e Solimões.
Quatro dias de diversão para a criançada e toda a família durante a primeira edição do projeto “Batatinha Quando Nasce…”, que acontece no pátio da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB) neste feriado prolongado. Entre os dias 12 e 15 de outubro, o evento, que tem entrada gratuita, leva apresentações teatrais, brincadeiras, muita música e uma praça de alimentação com um cardápio onde a batata literalmente reina.
Com apoio da Prefeitura de Araxá, Fundação Cultural Calmon Barreto e Sicoob Crediara, o projeto é idealizado por Denise Barros Hussein e organizado pela Bonare Eventos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura, com patrocínio da Bem Brasil.
A parte gastronômica do evento tem a batata como ingrediente principal. Já a programação cultural, é voltada principalmente às comemorações do Dia da Criança, conforme destaca a proprietária da Bonare Eventos, Maricell Hussein.
“As crianças vão contar muitas atividades lúdicas, revivendo a ideia das brincadeiras antigas, como corrida com o saco de batata, corrida com batata na colher, que substitui o ovo, amarelinha e a presença de personagens para tirarem fotos. A criança vai se valer muito da data. Na semana do ‘saco cheio’, é a oportunidade para ela aproveitar com toda a família. E, lógico, para os pais, haverá a praça gastronômica, muitas atrações e shows”, comenta.
O prefeito Robson Magela ressalta que o Batatinha Quando Nasce é mais um dos eventos que fomentam o calendário cultural e turístico de Araxá.
“Neste fim de semana de feriado prolongado teremos mais um grande evento que une uma programação para a criançada e família, com atividades para todo mundo aproveitar. Este é justamente o nosso objetivo. Estamos sempre em busca de apoiar a cultura, o turismo e oferecer aos araxaenses e visitantes a oportunidade para que apreciem programações de qualidade e para todos os gostos”, diz o prefeito.
Programação
Quinta-feira (12/10) 13h: Abertura do Projeto “Batatinha Quando Nasce” 14h: Teatro “Batatinha Quando Nasce” 14h30: Brincadeiras Lúdicas 15h: Teatro “Vida do Homem Simples do Interior de Minas Gerais” 20h: Show Latitude 19 22h: Encerramento
Sexta-feira (13/10) 13h: Abertura Projeto “Batatinha Quando Nasce” 14h: Teatro “Batatinha Quando Nasce” 14h30: Brincadeiras Lúdicas 15h: Teatro “Vida do Homem Simples do Interior de Minas Gerais” 18h: Show Orquestra de Viola Caipira 20h: Show banda Jonny Go! 22h: Encerramento
Sábado (14/10) 13h: Abertura Projeto “Batatinha Quando Nasce” 14h: Teatro “Batatinha Quando Nasce” 14h30: Brincadeiras Lúdicas 15h: Teatro “Vida do Homem Simples do Interior de Minas Gerais” 18h: Show Banda Mamma Jamma 20h: Show Banda Murupi 22h: Encerramento
Domingo (15/10) 10h: Abertura Projeto “Batatinha Quando Nasce” 10h30: Teatro “Batatinha Quando Nasce” 11h30: Teatro “Vida do Homem Simples do Interior de Minas Gerais” 13h: Show Orquestra de Viola Caipira 13h30: Brincadeiras Lúdicas 14h: Show Banda Lóttus 16h: Show Banda Vinith 18h: Encerramento
Serviço
Projeto Batatinha Quando Nasce 12 a 15 de outubro 2023 Pátio da Fundação Cultural Calmon Barreto – Araxá. Acesso Gratuito | Classificação Livre
Uma noite que trouxe ao público grandes sucessos da música clássica e erudita, encantando pela versatilidade dos instrumentos, vozes e pelo anúncio da chegada da Primavera.
Com a proposta de trazer canções leves e delicadas conforme à nova estação, a Escola Municipal de Música “Maestro Elias Porfírio de Azevedo” proporcionou uma verdadeira viagem a sinfonias consagradas, no hall de entrada da Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB), na noite desta quinta-feira (5).
Entre os variados repertórios, estiveram canções como Valsa das Flores, de Tchaikovsky e Lascia Ch’io Pianga, de Friedrich Händel.
O momento contou com apresentações da Camerata Municipal, por grupos formados na Escola de Música e por alunos e professores dos cursos livres e técnico da instituição.
Com repertórios de antigos sucessos da música de serenata, o grupo de seresta Música na Janela, da Escola Municipal de Música, completa 30 anos em 2023. As noites de terça-feira são mais especiais. Durante o ensaio semanal do grupo, vozes femininas e masculinas de todos os tons ecoam pelo prédio da escola formando um único coro.
Quanto às aulas que são realizadas em espaço aberto na praça Arthur Bernardes, não é difícil encontrar pessoas que param para apreciar a apresentação. Para garantir a harmonia musical, o som de quatro violões, um cavaquinho e uma flauta transversal se intercalam junto à cantoria.
Músicas como “Chalana”, “Meu Violão em Seresta”, “Peixe Vivo”, “Cabecinha no Ombro” e “Lá no Pé da Serra” são algumas das inúmeras canções interpretadas. Com o objetivo de resgatar músicas seresteiras e antigas, o grupo se apresenta nos diversos eventos que a Fundação Cultural Calmon Barreto (FCCB) promove, bem como em outros locais em que são convidados. Cantar para pessoas impossibilitadas de saírem de casa é uma das principais ações realizadas pelos 30 participantes.
Grupo mais antigo da escola em atividade, o Música na Janela nasceu um ano após a fundação da instituição, por iniciativa da então diretora Maria Ângela de Azevedo Bittar. Como ela vinha de Belo Horizonte com a experiência de estar à frente de um grupo de seresta por lá, convidou o músico e professor Paulinho Torres para constituírem o projeto.
A seresteira mais antiga
Quem se lembra muito bem deste início é dona Olívia de Oliveira. Hoje com 85 anos, a aposentada é a participante mais antiga do grupo.
“Quando eu comecei a ter aulas na Escola de Música, eu fazia parte do Coral Villa-Lobos, mas aí surgiu o convite para participar do grupo de seresta, que havia sido recentemente criado. A gente fez uma apresentação muito pequena, mas de repente tudo foi crescendo. Outras pessoas que viram e gostaram do tipo de música, começaram a participar. Fizemos muitas apresentações, cantamos em várias casas. Saímos muito em serenata pela cidade”, relembra.
Ainda para Olívia, a existência do grupo depois de 30 anos reforça a continuidade de uma tradição que vem se perdendo com o tempo.
“Cantar músicas românticas e carinhosas proporcionam um sentimento muito bom. Sempre bate uma saudade. Hoje em dia não existe tanta serenata como antigamente. Essa é uma emoção que precisa continuar e ser repassada para novas gerações. Ver que o grupo está ativo e chegando a novas pessoas é para mim um motivo de muita felicidade”, conta.
Socialização
De acordo com a coordenadora do grupo de seresta, Angélica Maximiano, além de garantir o aprendizado da música, o projeto também promove a socialização entre os participantes, que são em maioria da Terceira Idade.
“Esse é um dos objetivos. Quem participa, vem até aqui porque gosta. Muitos até dizem que ficam contando os dias para ter o ensaio. Eles se sentem bem. Durante as atividades, todos interagem com outros participantes. Por meio da vivência musical, o projeto proporciona qualidade de vida, com essa conotação de você estar participando de um grupo e de se sentir inserido em um meio social”, destaca.
Interessados em participar do grupo de seresta, devem procurar a secretaria da Escola Municipal de Música (Praça Arthur Bernardes, 18, Centro), de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e preencher uma ficha de inscrição. Os ensaios são realizados às terças-feiras, das 18h às 19h15.