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Prefeitura de Araxá realiza reforma geral da Unisse

A Prefeitura de Araxá está realizando a reforma geral da Unidade de Saúde do Setor Sul-Sudeste (Unisse), no bairro Santa Terezinha. Esta é a terceira unidade a receber melhorias pela atual gestão, que também realizou a revitalização da Uninorte e Unileste. Em breve, a Unioeste, no bairro Boa Vista, também será reformada.

A obra na Unisse está orçada em R$ 429.700,00 pela empresa HZ Engenharia e Construção, contratada via licitação e sob supervisão da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Mobilidade Urbana, com conclusão prevista em até 10 meses.

Entre as principais ações da manutenção estão a aplicação de novos revestimentos em pisos e paredes, a reforma completa de sanitários, repintura geral, troca de esquadrias, reforma elétrica total (fiação, luminárias, tomadas e interruptores), substituição do telhado (engradamento, telha, calha) e reboco com impermeabilizante em áreas afetadas pela umidade.

O serviço vai solucionar principalmente problemas estruturais que o prédio da Unisse tinha como infiltrações e trincas. O prefeito Robson Magela, que visitou a unidade antes da reforma, destaca que em breve a comunidade do bairro Santa Terezinha e região vai contar com um espaço completamente revitalizado.

“O espaço se encontrava bastante comprometido. Com a reforma finalizada, a Unisse vai ser um espaço acolhedor e com melhores condições tanto para a comunidade quanto para os servidores que ali atuam. Este é o principal objetivo da gestão, fazer com que a saúde à população seja feita de forma digna”, destaca o prefeito.

Durante a reforma, os atendimentos estão sendo feitos provisoriamente em um imóvel na rua Luiz Augusto Coelho, nº 110, Centro.

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Por que a longevidade depende dos nossos relacionamentos

O Centro de Longevidade de Stanford realizou, nos dias 13 e 14, o Century Summit 2022, dedicado a discutir as melhores práticas para uma velhice ativa e prazerosa. Coube a Laura Carstensen, fundadora e diretora da instituição, a abertura do evento, entrevistando Robert J. Waldinger, psiquiatra, psicanalista e sacerdote zen. Além de professor da faculdade de medicina de Harvard, é diretor do Study of Adult Development, que está em seu 85º. ano e, desde 1938, acompanha alunos da universidade (e agora suas famílias) até o fim da vida. Esse monitoramento se tornou uma das mais abrangentes pesquisas sobre a construção de um envelhecimento de qualidade.

Robert J. Waldinger, professor da faculdade de medicina de Harvard E diretor do Study of Adult Development  — Foto: Reprodução

Robert J. Waldinger, professor da faculdade de medicina de Harvard E diretor do Study of Adult Development — Foto: Reprodução

“Quem tem uma maior capacidade adaptativa se sai melhor, é uma questão de saber lidar com as dificuldades de uma forma positiva. O fato de sermos inteligentes não prediz o quanto seremos felizes, são outros atributos que contribuem para o bem-estar: nossa inteligência emocional, nossas amizades, a satisfação com nosso casamento ou envolvimento afetivo. Tudo gira em torno de relacionamentos”, afirmou Waldinger.

Um estudo voltado para mapear, na meia-idade, fatores que pudessem servir como preditores para a longevidade impressionou os pesquisadores porque não foram os índices de colesterol ou pressão que desempenharam papel mais relevante, e sim a qualidade dos relacionamentos: “as relações interpessoais são reguladores emocionais, funcionam como um anteparo. O isolamento nos faz pagar um preço terrível”, enfatizou. Para quem ainda tem dúvidas, levantamento realizado pela Universidade de Sapporo, no Japão, constatou que o quadro de saúde de pacientes com insuficiência cardíaca solitários apresentava resultados piores do que o de indivíduos sociáveis.

Waldinger também valoriza o que chama de “relações casuais”: as pequenas conversas com o atendente do café, o caixa do supermercado ou balconista da farmácia: “são interações que nos localizam socialmente, que nos dizem: ‘eu vejo você, eu reconheço você’”. Sobre fazer novos amigos, recomenda que sejamos proativos: “temos que nos aproximar, fazer a ponte na direção daqueles com quem desejamos nos conectar. Precisamos desenvolver nossa aptidão social”. Em janeiro, lança “The good life and how to live it: lessons from the world´s longest study on happiness” (“A vida boa e como vivê-la: lições do maior estudo mundial sobre felicidade”), em parceria com Marc Schulz, atualizando as conclusões do trabalho que dirige em Harvard.

Fonte G1

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Com cerca de 80 milhões de adeptos no mundo, veganismo se espalha por NY





Cerca de 80 milhões de pessoas se consideram veganas no mundo, apontam as estimativas. Em Nova York, nos Estados Unidos, as opções que atendem ao público têm se espalhado de restaurantes renomados a opções vendidas em ruas a parques.

A expansão do movimento é vista até nas políticas públicas da cidade, com a rede municipal de escolas oferecendo apenas comida vegana às sextas-feiras. Além disso, às segundas-feiras, os alunos consomem refeições vegetarianas (que não possuem carne, mas podem incluir outros derivados animais, como leite e ovos).

No segundo episódio da terceira temporada do Entre Mundos, a ser exibido neste domingo (20) às 22h30, Pedro Andrade adentra à comunidade vegana de Nova York para entender se o fenômeno pode ser o início de uma revolução alimentar ou não passa de modismo gastronômico.

Um dos mais importantes ativistas da causa no local, o chef vegano e imigrante do Sri Lanka Thriu Kumar é conhecido pelas refeições que vende no Washington Square Park.

“Todo tipo de gente vem aqui e temos um fã-clube ao redor do mundo. Eu conheço pessoas do mundo inteiro todos os dias, pessoas de todo o tipo”, conta ele.

Kumar ressalta que o que faz não é apenas vender comida, mas “mostrar como o veganismo é bom para o mundo. Por isso, eu estou feliz, todos estão felizes e toda a comunidade do Village está feliz comigo aqui”.

Refletindo sobre a possibilidade de um dia os veganos representarem a maioria da população, a nutricionista e autora Twyce McQuirter afirma: “significa pessoas mais saudáveis, que vivem mais, que as pessoas tenham acesso a alimentos mais saudáveis e também significa que os animais estarão seguros, que nossas florestas estarão seguras, que os peixes irão voltar e que os oceanos serão mais saudáveis. E isso significa que nós estamos ajudando a diminuir o risco de aquecimento global”.

FONTE CNN

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Araxá registra aumento por procura de testes de Covid e reforça a descentralização dos exames

Para ampliar a rede de atendimento à população e expandir a coleta no município, a Prefeitura de Araxá descentralizou os testes de covid da Unisul e agora são ofertados em todas as Unidades Básicas (UBSs), Estratégias de Saúde da Família (ESFs) e também nos Ambulatórios Emergenciais 24 Horas (AMEs) da Uninorte e Unileste. Nos últimos dias, os equipamentos de saúde têm recebido diversos pacientes com sintomas gripais devido as mudanças climáticas e registrou um aumento na procura por testes de Covid. 

Nos Ambulatórios de Emergência Uninorte e Unileste, os atendimentos de pacientes com síndromes gripais e necessidade de realização de testes rápidos para Covid-19 são aplicados sem definição de horário ou quantidade diária de testes. Já nas Unidades Básicas (UBSs) e Estratégias de Saúde da Família (ESF) os exames são feitos mediante agendamento. A coordenadora da Atenção Secundária, Carla Alves Constant, explica quais são os critérios para a realização dos testes rápidos. 

“Realizamos o exame de Covid em pessoas que estejam com pelo menos três dias de sintoma. Uma coisa que é importante salientar é que a Unisul não é mais unidade sentinela, portanto, é realizado somente mediante agendamento. Estamos trabalhando diariamente para garantir o atendimento da população na rede pública e essa descentralização tem como objetivo diminuir o tempo de espera nas unidades de saúde do município para os diversos serviços médicos disponibilizados”, afirma a coordenadora.

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“Sempre busquei pela minha independência”, diz Katya, cadeirante há 46 anos

Katya Hemelrijk da Silva tem Osteogênese Imperfeita, mais conhecida como doença dos ‘ossos de vidro’.

Pessoas com deficiência ainda enfrentam muitas barreiras de acessibilidade, seja no emprego, na educação ou em outras áreas. Até 24% da população se reconhece como PCD. Isso representa 45 milhões de brasileiros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mesmo com um diagnóstico muito raro e os médicos dando uma expectativa de vida de apenas um ano, Katya leva uma “vida normal”. Para ela, uma pergunta sempre fez parte do seu cotidiano: ‘será que eu sou capaz de fazer isso?’ e a resposta sempre foi positiva. “Eu fui trilhando o meu caminho e, nessa jornada, sempre busquei pela minha independência e autonomia financeira. Eu não queria depender dos meus pais a vida inteira, então sempre encontrei uma forma de trabalhar”, conta.

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A taxa de PCD’s no mercado de trabalho é de apenas 28,3%, de acordo com a pesquisa “Pessoas com Deficiência e Desigualdades”, realizada em 2019 pelo IBGE.

Katya diz que ainda enfrenta muitos julgamentos no seu dia a dia em todos os ambientes, mesmo sendo alguém que busca por espaços que a acolham. “Quando eu comecei a procurar emprego recebi muitas respostas negativas. Era comum ir até o final dos processos seletivos e os recrutadores falarem assim: ‘você é muito boa, mas não dá para te contratar porque você não vai conseguir fazer isso’”, relata.

No Brasil, em 2019, 17,3 milhões de pessoas viviam com alguma deficiência, segundo o IBGE. Dessas, 40% são deficientes visuais; 32% têm alguma deficiência física; 15% vivem com deficiência intelectual e 13% com deficiência auditiva.

“Minha caminhada me exigiu muita resiliência, força e coragem. Mas sempre tive a certeza de que nada me impediria de fazer o que queria e ser feliz’, finaliza.

Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência

A ausência de serviços públicos para a população com deficiência auxiliaram na implementação da Lei 13.146/2015, que é direcionada a proporcionar condições de igualdade, direitos e liberdades fundamentais para PCD’s.

A coordenadora do departamento de pesquisa do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, Natália Mônaco, comenta que já avançamos bastante desde a criação da LBI. “Podemos falar por exemplo nas questões trabalhistas. Atualmente é visível em muitas empresas, lojas, restaurantes e outras áreas, pessoas com deficiência trabalhando, coisa que não se via com tanta frequência anos atrás. A garantia do direito ao trabalho, participação e acesso a cursos, acessibilidade e condições de permanência foram fatores fundamentais para este crescimento”, afirma.

O capacitismo é o termo usado para um comportamento de prejulgamento que se apresenta de várias formas. “Precisamos olhar para o próximo compreendendo que todos os seres humanos são diferentes e que o preconceito está naquelas pessoas que não têm acesso à informação. O respeito é obrigatório, mas a inclusão ainda é uma escolha’, conclui.

Facilitadores da Educação Inclusiva

A porta de entrada para as pessoas com deficiência ao mercado de trabalho é a educação, mas o acesso ainda é muito exclusivo. Dados do IBGE mostram que 67% da população com alguma deficiência não têm formação alguma ou possuem apenas o ensino fundamental incompleto. Entre as pessoas sem deficiências, esse porcentual é de 30%.

O Instituto Rodrigo Mendes, em parceria com Instituto Unibanco e com o apoio do Todos Pela Educação e Centro Lemann, criaram juntos o “Painel de Indicadores da Educação Especial”, que facilita o acesso aos dados educacionais no Brasil.

Rodrigo Hübner Mendes, fundador e superintendente do Instituto Rodrigo Mendes, no evento de lançamento do “Painel de Indicadores da Educação Especial” no SP Hall. /Foto: Laviron Fotografias

“Queremos fazer deste portal uma fonte de referência para gestores públicos, pesquisadores, estudantes, profissionais da educação e organizações da sociedade civil”, comenta o fundador e superintendente do Instituto Rodrigo Hübner Mendes.

FONTE CNN

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Prefeitura de Araxá realiza mais de 6.700 castrações de cães e gatos em menos de 2 anos

Uma ação que tem como objetivo reduzir o número de animais abandonados na cidade. A Prefeitura de Araxá atingiu o número de 6.773 castrações realizadas no Município no período de 17 meses. O projeto CastrAção, iniciado em julho de 2021, promoveu de forma gratuita quatro mutirões para cães e gatos de protetores independentes e de famílias de baixa renda.

O projeto é realizado por meio de recursos próprios da Prefeitura de Araxá e conta com parceria do projeto Castramóvel, clínica veterinária itinerante que promove mutirões de castração de animais no Estado de Minas Gerais. Já foram contempladas 5.940 castrações por meio do Castramóvel, além de 833 procedimentos realizados em clínicas credenciadas.

O Castramóvel possui uma estrutura completa com todos os equipamentos necessários para a realização das cirurgias, como ala para atendimento, sala para pré e pós-operatório, espaço para cirurgia e descanso, além de profissionais especializados.

O biólogo da Vigilância Ambiental, Fabrício de Ávila, destaca a importância do trabalho oferecido pela Administração Municipal. “A castração é a melhor forma de controle populacional de cães e gatos, resultando na diminuição dos animais de rua, impedindo que se tornem um problema de saúde pública. Esse investimento da atual gestão municipal é importantíssimo, fazendo com que Araxá saia na frente e sirva de exemplo para outros municípios no que se refere à causa animal”, explica.

O prefeito Robson Magela reitera que a castração é um ato de amor e promove a saúde de cães e gatos. “E além disso também evita o abandono. Ficamos muito felizes com esse alcance expressivo, ou seja, mais de 6.700 animais castrados por meio desta ação que transformamos em política pública. Certamente, o projeto CastrAção terá continuidade pela gestão. Vamos aumentar ainda mais esse índice nos próximos anos”, destaca o prefeito.

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CTA Araxá realiza ações de conscientização em alusão ao Dezembro Vermelho

Em alusão ao Dezembro Vermelho, Mês de Combate à Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), o Centro de Testagem e Aconselhamento da Secretaria Municipal de Saúde realiza ações de conscientização e prevenção em relação ao tema.

Além do CTA, as Estratégias de Saúde da Família (ESF) Ana Pinto, Urciano Lemos e Tiradentes estão oferecendo orientações, preservativos e panfletagem. A programação também realiza coleta para testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite B e C, sendo todos eles gratuitos e de forma sigilosa.

De acordo com a coordenadora do CTA, Roberta Duarte da Silva, as atividades serão concentradas no dia 13 de dezembro, das 8h às 11h, na avenida Washington Barcelos. “Porém, ao longo de todo o mês, as ações de conscientização acontecem também nas Unidades e Estratégias de Saúde da Família”, diz.

Conforme levantamento do Programa IST/Aids e Hepatites Virais, entre janeiro e outubro de 2022, foram registrados 33 novos casos de Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) em Araxá. Já para sífilis, foram diagnosticados 371 casos não especificados, dentre esses, com pacientes gestantes.

Segundo Roberta, a principal preocupação é que a maioria das pessoas que são diagnosticadas com o vírus HIV já chega em estágio avançado, ou seja, alta carga viral e a baixa imunidade.

“As doenças transmitidas pelo sexo sem proteção são graves e precisam de acompanhamento médico. Por isso, quanto antes forem diagnosticadas, melhor é a eficácia do tratamento. Aproveitamos o mês de conscientização para alertar sobre a necessidade de fazer o teste, principalmente àquelas pessoas que tiveram um contato sexual desprotegido.”

A programação do dezembro vermelho também inclui palestras em empresas e instituições.

O CTA está situado na rua Calimério Guimarães (anexo ao Laboratório Municipal), número 850, Centro. Os testes são realizados gratuitamente às segundas, quartas e quintas-feiras, das 7h às 8h.

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Beber dois litros de água por dia é excessivo, diz estudo

Pesquisa mostra que a ingestão de água recomendada raramente corresponde às nossas necessidades reais

Beber dois litros de água por dia é excessivo, diz estudoFoto: UnSplash

Há anos se perpetua a ideia que é necessário beber dois litros de água por dia.

No entanto, um novo estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado na sexta-feira (25), mostra que a ingestão recomendada de água de oito copos (cerca de dois litros) por dia raramente corresponde às nossas necessidades reais e, muitas vezes, pode ser muito alta.

Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive. 

De acordo com a publicação, pesquisas anteriores nessa área estavam baseadas em pequenos grupos de pessoas e tendiam a não considerar água ingerida através dos alimento

O novo estudo apricou uma abordagem mais objetiva a 5.604 homens e mulheres, com idades entre 8 dias e 96 anos, de 23 países diferentes.

A técnica envolve pessoas bebendo um copo de água no qual algumas das moléculas de hidrogênio foram substituídas por um isótopo estável de hidrogênio chamado deutério.

O trabalho mostrou que a rotatividade hídrica é maior em ambientes quentes e úmidos e em grandes altitudes, assim como entre atletas, gestantes e lactantes e indivíduos com alto nível de atividade física.

O maior fator, porém, foi o gasto de energia. Os valores mais elevados foram observados no sexo masculino entre os 20 e os 35 anos. A rotatividade de água desse grupo foi em média de 4,2 litros por dia. Posteriormente, diminuiu com o aumento da idade, com média de apenas 2,5 litros por dia em homens na faixa dos 90 anos.

Entre as mulheres, o volume médio de água entre 20 e 40 anos foi de 3,3 litros por dia, e também caiu para cerca de 2,5 litros aos 90 anos.

A rotatividade da água também foi maior nos países em desenvolvimento. Isso provavelmente ocorre porque, nos países desenvolvidos, o ar condicionado e o aquecimento protegem os indivíduos da exposição a condições ambientais extremas que elevam a demanda por água.

O professor John Speakman, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Aberdeen, explica que a renovação da água não é igual à necessidade de água potável.

“Um homem na faixa dos 20 anos tenha um volume médio de água de 4,2 litros por dia, ele não precisa beber 4,2 litros de água por dia. Cerca de 15% desse valor reflete a troca de água superficial e a água produzida a partir do metabolismo. Como a maioria dos alimentos também contém água, uma quantidade substancial de água é fornecida apenas pela alimentação”.

A pesquisa resultou em uma equação geral para prever o volume de água que pode ser usado para antecipar os efeitos de mudanças futuras, por exemplo, no clima e na demografia populacional. Isso ajudará os países a antecipar suas futuras necessidades de água.

O Dr. Yosuke Yamada, chefe de seção do Instituto Nacional de Inovação Biomédica, Saúde e Nutrição no Japão, co-autor do artigo, disse: “As equações que geramos para prever a renovação da água serão de grande benefício na modelagem das necessidades globais de água”. 

O ex-aluno de doutorado de Aberdeen, Xueying Zhang, co-primeiro autor do artigo, acrescentou: “Calcular quanta água os seres humanos precisam está se tornando cada vez mais importante devido ao crescimento explosivo da população e às crescentes mudanças climáticas. A renovação da água está relacionada a muitos parâmetros de saúde, incluindo atividade física e percentual de gordura corporal, tornando-se um novo biomarcador potencial para a saúde metabólica”

.FONTE CNN

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Prefeitura de Araxá alerta população sobre cuidados permanentes contra a Dengue

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Ambiental, alerta a população araxaense sobre os cuidados, prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti. Os profissionais reafirmam que a conscientização deve existir frequentemente e não apenas em períodos específicos ou chuvosos. 

Como ações estratégicas para reduzir os focos do mosquito Aedes aegypti na cidade, a Prefeitura de Araxá apoia os trabalhos realizados sobre o tema para evitar a proliferação da dengue, como orientações e distribuição de panfletos em diferentes pontos da cidade, assim como palestras e ações educativas voltadas para crianças e adolescentes da Rede Pública de Ensino.

Além disso, visitas em moradias e mutirões de limpeza são realizados constantemente no município. O objetivo principal é bloquear a ação do mosquito e, consequentemente, a transmissão da doença.

A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Não tem tratamento específico, causa sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas vermelhas e pode até matar. Pessoas infectadas com o vírus pela segunda vez têm um risco significativamente maior e exige cuidados hospitalares. A zika e chikungunya, também transmitidas pelo Aedes, completam a lista das doenças virais mais comuns em ambientes urbanos.

Até o momento, o Município registrou 1.362 casos positivos de dengue em 2022, sendo que nas últimas quatro semanas foram registrados apenas seis casos. Em relação à febre chikungunya, foram registradas quatro notificações positivas da doença. Não há notificação de casos suspeitos do vírus zika até o momento.

Hoje, o município conta com 85 agentes de endemias em campo empenhados no trabalho de combate ao mosquito da dengue. Porém, a redução da proliferação do mosquito precisa estar associada à conscientização da população e pode ser alcançada através de atitudes individuais bem simples, vindas da própria população. É extremamente importante o envolvimento da sociedade no combate à doença e a reserva de um tempo para dedicar aos cuidados de seu domicílio e até da própria empresa. 

Seguem algumas das importantes medidas de prevenção que devem ser adotadas e contribuem de forma significativa para o fim do Aedes aegypti:

• No caso de vasos de flores ou plantas: eliminar os pratos que ficam embaixo dos vasos, mantê-los sempre secos ou colocar areia entre o prato e o vaso enchendo até a borda;

• Os bebedouros de aves e animais devem ter sua água trocada pelo menos uma vez por semana, após serem lavados com escova;

• Pneus velhos devem ser guardados em locais cobertos, abrigados da chuva, ou entregues ao serviço da Zoonoses;

• As piscinas em uso devem ser tratadas com cloro e devem ser limpas uma vez por semana;

• Lagos, cascatas e espelhos de água decorativos necessitam ser mantidos sempre limpos;

• Deve-se retirar sempre a água das bandejas externas de geladeira e ar condicionado;

• Os cacos de vidro nos muros precisam ser quebrados ou vedados;

• Latas, garrafas de vidro ou de plástico, potes de iogurte, margarinas, maionese e calçados, devem ser colocados em sacos de lixo bem fechados para o recolhimento feito pelo serviço de limpeza urbana;

• Garrafas de vidro retornáveis ou de plástico que sejam úteis para o responsável do imóvel, devem estar secas e guardadas em locais cobertos;

• As caixas d’água e cisternas devem ser limpas a cada 6 meses e mantidas vedadas;

• As calhas devem ser mantidas limpas, desentupidas, e sem pontos de acúmulo de água.   

De acordo com o biólogo da Vigilância Ambiental de Araxá, Fabrício de Ávila, a prevenção está em nossas mãos e é absolutamente possível eliminar os focos do mosquito transmissor, desde que cada um faça sua parte. “Mesmo com as arboviroses (doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por mosquitos) estando sob controle, devemos sempre manter a vigilância e tomarmos as medidas necessárias para se evitar o contágio”, alerta. 

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Prefeitura de Araxá alerta para o aumento do número de casos de Covid-19

O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica alertando Estados e municípios sobre o aumento do número de casos de Covid-19 e a circulação de novas linhagens da variante de preocupação (VOC) Omicron. Diante o alerta, a Prefeitura de Araxá esclarece que segue acompanhando a situação na cidade e elaborando medidas que possam conter a proliferação do vírus.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG) por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Minas) faz as seguintes considerações e recomendações:

• É necessária a complementação do esquema vacinal com todas as doses de reforço, de acordo com os grupos de risco e faixas etárias;

• Os dados epidemiológicos no Brasil indicam um aumento no número de casos de COVID-19 nas últimas semanas;

• No âmbito da vigilância genômica foram identificadas em outras unidades da federação a sublinhagem BQ.1 da variante Omicron;

• Segundo a Organização Mundial de Saúde, a BQ.1 é uma sublinhagem da BA.5, ambas descendentes da Omicron, e que carregam mutações na proteína Spike;

• De acordo com a nota técnica do Ministério da Saúde, até o presente momento não existem dados epidemiológicos que sugerem um aumento na gravidade da doença por esta nova sublinhagem.

O uso de máscara é recomendado nas seguintes situações:

• Indivíduos com fatores de risco para complicações da COVID-19 (imunossuprimidos, gestantes, idosos, pessoas com comorbidades);

• Pessoas com sintomas gripais;

• Contatos próximos de caso suspeito ou confirmado de Covid-19;

• Em locais fechados, mal ventilados ou com aglomerações;

•  Em todos os serviços de saúde.

A secretária municipal de Saúde, Cristiane Gonçalves Pereira, pede que a população continue respeitando as medidas restritivas e os protocolos higiênicos no combate ao vírus. “Infelizmente, estamos enfrentando um crescente número de casos da doença no país. É preciso que a população se conscientize sobre as medidas de prevenção acerca da doença”, explica.

A nota técnica do Ministério da Saúde está disponível no link ( https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/notas-tecnicas/2022/nota-tecnica-no-16-2022-cggripe-deidt-svs-ms/view ) .


Assessoria de Comunicação