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CBMM destina aporte financeiro para projeto de segurança nas instalações da Santa Casa de Araxá

A verba será investida na execução do Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio do hospital

A CBMM assinou um contrato de doação de verba para a Santa Casa de Araxá no valor de R$ 988.497,40. O novo recurso será integralmente investido em obras de adequação e segurança, o que permitirá a continuidade das atividades do hospital de forma segura, bem como a melhoria na qualidade da assistência ao usuário.

Após levantamento feito pelo Departamento de Manutenção Técnica da Santa Casa, foram identificadas algumas demandas prioritárias, que farão parte do Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio do hospital e serão executadas em cinco etapas. São elas:

1. Atualização do Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio;

2. Execução do Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio;

3. Conclusão da obra do telhado do prédio antigo, telhado do Posto 5, instalação de hidrantes e adequação das rampas de acesso;

4. Concretagem do Pátio Central;

5. Reforma com reforço no muro ao lado da maternidade;

6. Correção e adequação das instalações elétricas da maternidade.

A Santa Casa de Araxá completa, neste ano, 137 anos de história, e é de extrema importância para os municípios da microrregião de Araxá. São 310 colaboradores, 74 leitos e um atendimento médio diário de 60 pacientes. Durante a pandemia, o hospital interrompeu o pronto atendimento e ficou fechado, exclusivamente, para o tratamento de pacientes com Covid-19.

A Presidente do Conselho Deliberativo da Santa Casa de Araxá, Elaine Di Mambro, fala sobre a atual situação das instalações do hospital. “Temos instalações muito antigas, pois no passado a prevenção de incêndios não era uma preocupação. Hoje, adotamos postura rigorosa e seguimos as regras de segurança. Temos outro prédio construído, com apenas 50% dele em funcionamento, que também foge às regras estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros para que possamos adquirir o AVCB.”

Alvaro Rezende, da área de Relacionamento com a Comunidade da CBMM, fala da necessidade iminente de reformas prediais nas instalações. “A CBMM sabe da importância do hospital da Santa Casa para a cidade de Araxá e região. As obras e reformas trarão mais segurança tanto para os funcionários quanto para os pacientes. Entendemos que esse projeto permitirá que a instituição continue desenvolvendo seu trabalho de forma segura e ajudando a comunidade.”

Sobre a CBMM

Líder mundial na produção e comercialização de produtos de Nióbio, a CBMM possui mais de 400 clientes, em 50 países. A companhia fornece produtos e tecnologia de ponta aos setores de infraestrutura, mobilidade, aeroespacial, saúde e energia. Fundada em 1955, em Araxá, Minas Gerais, a CBMM apoia iniciativas que visam o desenvolvimento socioeconômico, cultural e esportivo nos locais onde atua, buscando beneficiar essas comunidades e auxiliar na formação das próximas gerações. Para mais informações, visite: cbmm.com/pt/media-center

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Conheça o Programa de Atenção à Saúde da Gestante da Unimed Araxá

Iniciativa já atendeu mais de 1.800 gestantes e 2.400 bebês

A gestação é um período de encantamento, mas também de muitas dúvidas e inseguranças por parte das futuras mamães. Pensando nisso, o Espaço Viver Bem da Unimed Araxá oferece o Programa de Atenção à Saúde da Gestante e Bebê desde 2007. “O programa desenvolve ações de promoção à saúde e prevenção de complicações na gestação e no pós-parto das beneficiárias. Tudo isso é feito através de orientações, treinamentos e acompanhamento para que tenham uma gestação segura e um pós-parto tranquilo”, explica a enfermeira Aline Menezes Maneira Mendes.

Ao todo o programa contempla quatro encontros presenciais em que são abordados temas como:

·        Aspectos gerais da gestação;

·        Parto normal e cesárea;

·        Aleitamento materno;

·        Atividades físicas e alimentação na gestação e puerpério;

·        Cuidados com o recém-nascido .

Ainda segundo a enfermeira Aline Menezes, os encontros são rápidos e envolvem uma equipe multidisciplinar. “Cada encontro tem duração de 2 horas e envolvemos enfermeira, psicóloga, educador físico e nutricionista”, ressalta.

Acompanhamento

Além dos encontros, as participantes recebem a visita da enfermeira no hospital e em sua residência até 72 horas após o parto para auxílio na prática da amamentação e cuidados com o recém-nascido. “Desde o início foram atendidas 1809 gestantes e 2484 bebês. Os resultados desse trabalho mostram uma importante diminuição nas complicações do pós-parto, o que é observado nas visitas e depoimentos das beneficiárias participantes que adquirem segurança e tranquilidade para se adaptarem à nova vida”, diz Aline.

Inscrições

As gestantes interessadas devem se inscrever no Espaço Viver Bem (Av. João Moreira Sales, 130 – Leda Barcelos) ou pelo telefone (3669-4949) de 8h às 11h30 ou de 13 às 18h.Daniel Nacati
Assessor de Comunicação / Unimed Araxá
(34) 9.8893-8809

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Agendamento com médicos especialistas é feito a partir de encaminhamento de clínico

O agendamento para consultas com especialistas pela rede pública de saúde segue sendo feito através de encaminhamento de clínico geral. Atualmente, Araxá oferece atendimento nas especialidades de angiologia, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastrologia, hematologia, mastologia, neurologia, ortopedia e trauma, otorrinolaringologia, pneumologia, urologia e cirurgia geral. Apenas a ginecologia e pediatria entram no atendimento básico, ou seja, o agendamento é feito pelo próprio paciente nas Unidades de Saúde.

A coordenadora do Setor de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde, Marta Aparecida Alves, diz que dependendo da demanda e gravidade de cada situação, o paciente pode ser agendado com o especialista em cerca de 30 dias. “Esse prazo pode variar. Há algumas especialidades, por exemplo, que a demanda é maior e, portanto, pode levar mais tempo para obter o agendamento”, afirma Marta

De acordo com ela, o paciente deve procurar primeiro um médico de atendimento clínico em alguma das Unidades de Saúde do município ou nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs). “Diante da demanda do paciente, o clínico vai solicitar exames laboratoriais ou de imagem. Com os resultados em mãos, esse médico é quem vai dar o direcionamento ao atendimento, se ele mesmo tem condição de seguir com o tratamento do paciente ou se irá encaminhar ao especialista”, explica.

Caso se comprove a demanda com o médico especialista, o clínico emite um encaminhamento com todos os exames anexados. “Essa documentação é entregue pelo próprio paciente na recepção da unidade, onde ele está sendo atendido, e a equipe envia esses documentos para o Setor de Regulação. É neste departamento que um médico regulador e toda a equipe da Secretaria de Saúde avaliarão caso a caso, verificarão a urgência e, assim, farão o agendamento com o médico especialista”, completa.

De acordo com ela, esse trâmite é importante principalmente para atender com mais agilidade aqueles pacientes mais urgentes, como idosos ou casos graves. “A gente precisa ter o complexo regulador para avaliar essas solicitações. Isso permite que seja um agendamento justo, pois o médico regulador tem o critério do que ele precisa priorizar. Inclusive é nesse trâmite que são identificadas as demandas de Tratamento Fora do Domicílio (TFD), em que o paciente é direcionado para o atendimento em outra cidade que ofereça”, completa Marta.

Assessoria de Comunicação

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Araxá retoma cirurgias eletivas pelo SUS após período de pandemia

A Prefeitura de Araxá retomou as cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), após longa pausa devido à pandemia da Covid-19. Os agendamentos estão sendo realizados pelo Setor de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde.

As cirurgias são programadas e o médico responsável faz o agendamento para a realização dos procedimentos, conforme mapa cirúrgico hospitalar e ocasião mais propícia.

Após o período mais intenso da pandemia, o retorno das cirurgias eletivas se deu com o planejamento das realizações de colecistectomias (retirada da vesícula), cirurgias de hérnia e de histerectomia (retirada de útero). Esse último procedimento, por exemplo, está sendo realizado uma vez por semana, com possibilidade de ser ampliado para duas vezes por semana. Também estão sendo retomados procedimentos de ortopedia e urologia. Durante o período da não realização desses atendimentos, as cirurgias emergenciais de ortopedia não foram interrompidas.

Para os agendamentos, os cirurgiões com procedimentos pendentes devido ao período de isolamento estão passando pelo Complexo Regulador e reavaliando as chamadas AIH, Autorização de Informação Hospitalar, que estiveram paradas durante o período. Um novo atendimento é programado na Unisa para reavaliação, onde é emitida nova AIH com validade de até 90 dias.

“Nós entendemos a dor e queremos trazer alívio, entendemos a aflição para que esse momento chegue logo, mas temos que pedir apenas mais um pouquinho de tolerância. Estamos tendo um cuidado pontual com cada AIH e a nossa proposta é que o atendimento aconteça o mais rápido possível”, relata a coordenadora do Setor de Regulação, Marta Aparecida Alves.


Assessoria de Comunicação

Área de anexos

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Por que fazer exercícios não é o suficiente para perder peso

Nutricionistas e pesquisadores explicam como a alimentação faz mais diferença na balança do que a malhaçãoRovena Rosa/Agência Brasil

Uma das mais comuns resoluções de início de semana é perder peso, em especial depois da overdose de chocolate que a Páscoa pode proporcionar. E se você deseja ser bem-sucedido nessa missão, há algo que precisa saber: a dieta é muito mais importante do que o exercício – de longe.

“Não poderia ser mais verdade”, diz a nutricionista e colaboradora da CNN Lisa Drayer. “Basicamente, o que eu sempre digo às pessoas é que o que você tira da sua dieta é muito mais importante do que o quanto você se exercita.”

Pense assim: todas as suas “calorias recebidas” vêm dos alimentos que você come e das bebidas que você bebe, mas apenas uma parte de suas “calorias eliminadas” são perdidas através do exercício.

De acordo com Alexxai Kravitz, pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais dos Estados Unidos, “é geralmente aceito que existem três componentes principais no gasto de energia”:

  • Taxa metabólica basal, a quantidade de energia necessária apenas para manter seu corpo funcionando (bombeamento de sangue, respiração pulmonar, funcionamento do cérebro)
  • Quebra de alimentos, cientificamente referido como “termogênese induzida pela dieta”, “ação dinâmica específica” ou “efeito térmico dos alimentos”
  • Atividade física

Para a maioria das pessoas, a taxa metabólica basal é responsável por 60% a 80% do gasto total de energia, disse Kravitz. Ele citou um estudo que define isso como “a taxa mínima de gasto de energia compatível com a vida”. À medida que você envelhece, sua taxa diminui, mas aumentar sua massa muscular faz com que ela aumente.

Cerca de 10% de suas calorias são queimadas digerindo os alimentos que você come, o que significa que cerca de 10% a 30% são perdidos através da atividade física.

“Uma distinção importante aqui é que esse número inclui todas as atividades físicas: caminhada, digitação, agitação e exercícios formais”, disse Kravitz. “Então, se o gasto total de energia da atividade física for de 10% a 30%, o exercício é um subconjunto desse número.

“A pessoa média – excluindo os atletas profissionais – queima de 5% a 15% de suas calorias diárias através do exercício”, disse ele. “Não é irrelevante, mas não é igual à ingestão de alimentos, que responde por 100% da ingestão de energia do corpo.”

Além do mais, como qualquer pessoa que trabalhou um dia na vida pode lhe dizer, o exercício aumenta o apetite – e isso pode sabotar até mesmo as melhores intenções.

De acordo com cálculos da Harvard Medical School, uma pessoa de 85 quilogramas queima 200 calorias em 30 minutos de caminhada a 6 km/h (um ritmo de 10 minutos por km). Você poderia facilmente desfazer todo esse trabalho duro comendo quatro biscoitos de chocolate, 1 bola e meia de sorvete ou menos de dois copos de vinho.

Mesmo uma vigorosa aula de spinning, que pode queimar mais de 700 calorias, pode ser completamente anulada com apenas algumas bebidas misturadas ou um pedaço de bolo.

“É tão desproporcional a quantidade de tempo que você precisaria fazer exercício para queimar esses poucos pedaços de comida”, disse Drayer.

O sentimento aqui é que você “ganhou” o que come depois de malhar, quando em vez disso – se seu objetivo é perder peso – seria melhor não malhar e simplesmente comer menos.

Claro, nem todas as calorias são iguais, mas para simplificar, 3.500 calorias equivalem a 1 quilo de gordura. Portanto, para perder 1 quilo por semana, você deve cortar 500 calorias todos os dias. Se você bebe refrigerante, cortar isso de sua dieta é uma das maneiras mais fáceis de chegar lá.

“A outra coisa é que o exercício pode aumentar seu apetite, especialmente com exercícios de resistência prolongada ou com levantamento de peso”, disse Drayer. “É outra razão pela qual eu digo às pessoas que querem perder peso para realmente se concentrarem primeiro na dieta.”

É clichê – mas também verdade – que devagar e sempre vence a corrida quando se trata de perda de peso. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, “as evidências mostram que as pessoas que perdem peso gradualmente (cerca de 500 gramas a 1 kg por semana) são mais bem-sucedidas em manter o peso”.

“Tudo isso não quer dizer que o exercício não tenha seu lugar”, disse Drayer. “É certamente importante para construir força, massa muscular e flexibilidade. Pode ajudar a controlar doenças, incluindo doenças cardíacas e diabetes. Pode melhorar seu humor. Pode ajudar a combater a depressão. Mas, embora o exercício possa ajudar na perda de peso, a dieta é um fator de estilo de vida muito mais importante.”

Como diz o ditado americano: abdomens são feitos na cozinha, não na academia.

FONTE CNN

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Prefeitura de Araxá cria Programa Amigos do Canil para promover doação de ração para protetores de animais

 causa animal como política pública municipal começa a tomar forma em Araxá. O prefeito Robson Magela apresentou o projeto de lei que cria o Programa Amigos do Canil. A proposta, indicada pelo vereador Evaldo do Ferrocarril, visa contemplar protetores animais cadastrados na Secretaria Municipal de Saúde, no Setor de Vigilância Ambiental, com doação de ração para cuidados com os animais de rua. O projeto, aprovado pelos vereadores na reunião da Câmara Municipal desta terça-feira (12), tem como objetivo atender o interesse social de cuidados dos animais e promover a saúde pública no Município.

A Prefeitura de Araxá também vai implantar o Programa de Valorização de Protetores de Animais Soltos ou Abandonados na cidade. A proposta é facilitar o atendimento e tratamento de animais em situação de abandono, mediante a criação de um cadastro único municipal de protetores e cuidadores. Com o programa, os protetores de animais terão acesso à atendimento emergencial de primeiros socorros, avaliação clínica dos animais tutelados ou recolhidos, vacinação antirrábica e esterilização gratuita, oferecidas pela Secretaria Municipal de Saúde.

O vereador Evaldo comemorou a aprovação do projeto. “Conhecemos a realidade do Canil Municipal há mais de 20 anos, pois sempre esteve instalado na nossa região. Conhecemos também a realidade desses cuidadores de animais abandonados. A prefeitura, pela primeira vez, tem trabalhado a causa animal como uma política pública municipal, como realmente deve ser. Uma bandeira da cidade e que temos a satisfação de poder contribuir”, destaca o vereador.

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Leninha Severo, destaca a construção conjunta dos projetos. “O Município, junto com o Setor Jurídico da Vigilância Ambiental, tem promovido vários estudos e reuniões com protetores para implantação desses dois importantes projetos. Os programas Amigos do Canil e Valorização de Protetores, junto com o programa CastraAção, que realiza a castração de animais de ruas, a Prefeitura de Araxá implanta uma das políticas públicas mais eficientes na causa animal”, destaca Leninha.


Assessoria de Comunicação

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Com taxa de transmissão maior que covid-19, sarampo volta a ser risco no Brasil

Doença volta a preocupar autoridades médicas. Em São Paulo, já são 25 casos suspeitos.

Vacinação contra o sarampo. — Foto: Reprodução/TV Globo

Com 25 casos suspeitos de sarampo sob investigação só no estado de São Paulo, o sarampo volta a alertar as autoridades de saúde do Brasil, que chegou a receber o certificado de erradicação da doença em 2016.

Desde que o sarampo voltou aos registros oficiais, em 2019, já são mais de 40 mil pacientes e 40 mortes causadas pela queda na cobertura vacinal – metade das vítimas foram crianças abaixo de 5 anos.

A doença é altamente contagiosa, alerta Marco Aurélio Sáfadi, presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.

“Só para se ter uma ideia, a taxa de transmissibilidade do sarampo é entre 12 e 18. Isso significa dizer que, para cada caso da doença, você provavelmente terá outros 12 a 18 casos de pessoas infectadas caso isso ocorra em uma população suscetível. É um número substancialmente maior que a taxa de transmissibilidade da Covid-19 em qualquer uma de suas versões.”

Como professor, Safadi conta que formou “várias gerações de médicos” que nunca haviam visto um caso sequer de sarampo – e que hoje precisam de treinamento específico para diagnosticar a doença.

Os sintomas, segundo o médico, se assemelham ao de uma virose e se iniciam entre 10 a 15 dias após o contágio.

Quais são os sintomas de sarampo?

“Basicamente caracterizados por febre, coriza e conjuntivite, que é um uma vermelhidão dos olhos e tosse. Essa é a tríade clássica que a gente tem além da febre, que caracteriza os primeiros dias do sarampo”, detalha Marco Aurélio Safádi.

Quando as manchas vermelhas aparecem pelo corpo, alerta o médico, o paciente “já estava aproximadamente a três quatro dias transmitindo vírus a quem estava ao seu redor.”

Este ano, já são 13 casos confirmados e cerca de 100 suspeitos da doença no Brasil.

Queda na vacinação

A epidemiologista Regiane de Paula, coordenadora de controle de doenças do estado de São Paulo, atribui o retorno da doença à baixa cobertura vacinal no país.

“É muito importante a conscientização dos pais e responsáveis sobre a importância da imunização de rotina, e não apenas um momento epidêmico ou pandêmico como o atual. É fundamental vacinação de rotina para que a gente possa proteger as nossas crianças.”

FONTE G1

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Escola tem papel importante para identificar ansiedade em jovens, diz psiquiatra

Guilherme Polanczyk afirmou que casos de crises de ansiedade coletiva, como observado em Recife, são atípicos

Pandemia de Covid-19 contribuiu para o aumento de casos de ansiedade e depressão na populaçãoPedro Amora/Prefeitura de Jundiaí

Falta de ar, tremor e crise de choro foram alguns dos sintomas que afetaram 26 estudantes no dia 8 de abril, na escola Ageu Magalhães, no Recife. Um episódio de crise de ansiedade coletiva é “uma situação atípica”, de acordo com o professor de psiquiatria da infância e adolescência da Universidade de São Paulo (USP), Guilherme Polanczyk.

“Quando olhamos alguém em crise, ficamos ansiosos, é uma situação aguda e intensa, é muito particular, só podemos fazer hipóteses sobre o que aconteceu, eventualmente é que todos foram expostos a uma situação extrema de estresse e provavelmente já tinham alguma fragilidade emocional”, afirmou Polanczyk à CNN.

De acordo com Polanczyk, diversos fatores contribuem para evolução de quadros de ansiedade, “situações do ambiente, da família, da escola, exposições a situações traumáticas contam muito”. O psiquiatra reforçou que identificar os casos precocemente é essencial para que a criança ou adolescente receba acompanhamento médico.

“A escola também tem papel muito importante, ela promove o desenvolvimento de pessoas, saúde mental é parte fundamental para esse desenvolvimento, para que tenham essa ideia de promoção de saúde mental, identificação de problemas”, completou.

O especialista ainda reforçou que há estudos nacionais e internacionais que apontam que o período mais agudo da pandemia de Covid-19 contribuiu para o aumento de casos de ansiedade e depressão na população em geral, e em especial em jovens.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. O levantamento aponta que jovens e mulheres foram os mais atingidos.

fonte CNN

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Nova secretária de Saúde de Araxá se reúne com gestores da microrregião

A Prefeitura de Araxá promoveu uma reunião com secretários de Saúde de municípios da microrregião para tratar das principais demandas, buscar soluções e estreitar ações compartilhadas.

Os gestores foram recebidos pela nova secretária de Saúde de Araxá, Cristiane Gonçalves Pereira, acompanhada pela equipe de trabalho representada pelos setores de Regulação, Logística, Financeiro e Assessoria.

Participaram do encontro os secretários de Saúde de Ibiá, Tânia Ferreira; Pedrinópolis, Thaís Fabiana Silva; Santa Juliana, Nilton Fernandes de Oliveira; Campos Altos, Elias Borges Rodrigues e Valdirene Nascimento (subsecretária); e Pratinha, Regiane Aparecida da Silva.

“Esse foi o primeiro contato da nova composição da equipe da Secretaria de Saúde para tomar conhecimento das necessidades acumuladas dos municípios da microrregião. A gente presta assistência à população dessas cidades e entendemos que podemos melhorar. Por isso, este momento é de escutar. Saber quais as dificuldades que eles têm nos fluxos já implantados e quais as possibilidades de implantar novos fluxos”, explica Cristiane.

A microrregião é composta pelos municípios Campos Altos, Ibiá, Nova Ponte, Pedrinópolis, Perdizes, Pratinha, Sacramento, Santa Juliana, Tapira e Araxá que presta a assistência com a oferta de especialidades, internação e cirurgias, além de coordenar a regulação em abrangência regional.


Assessoria de Comunicação

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Aumento de casos de sífilis preocupa profissionais da saúde

Especialista da Unimed Araxá explica sinais e sintomas da doença

Uma epidemia silenciosa. É assim que especialistas têm tratado o crescente número de notificações de sífilis em todo o país. “A sífilis é uma doença causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum. É uma doença que tem cura e tratamento, mas nem sempre apresenta sintomas. Ainda assim as pessoas infectadas continuam transmitindo a doença”, explica a médica infectologista da Unimed Araxá, Jaqueline Ribeiro da Silva.

A sífilis pode ser passada de uma pessoa para outra por meio de relações sexuais desprotegidas (sem preservativos), através de transfusão de sangue contaminado (que hoje em dia é muito raro em razão do controle do sangue doado) e durante a gestação e o parto (de mãe infectada para o bebê).

Os sinais e sintomas da sífilis variam de acordo com cada estágio da doença:

·        Sífilis primária: ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele), que aparece entre 10 a 90 dias após o contágio. Normalmente a ferida não dói, não coça, não arde e não tem pus. Essa ferida desaparece sozinha, independentemente de tratamento.

·        Sífilis secundária: os sinais e sintomas aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial. Podem ocorrer manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Podem ocorrer febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo.

·        Sífilis Latente: essa fase é assintomática, ou seja, não aparecem sinais ou sintomas. É dividida em sífilis latente recente (menos de um ano de infecção) e sífilis latente tardia (mais de um ano de infecção).

·        Sífilis terciária: os sintomas podem surgir de dois a 40 anos depois do início da infecção. Pode apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

A sífilis congênita é resultado da infecção do feto pela bactéria causadora da sífilis, através da placenta. “A maior parte dos bebês com sífilis congênita não apresenta sintomas ao nascimento. No entanto, as manifestações clínicas podem surgir nos primeiros três meses, durante ou após os dois anos de vida da criança”, ressalta a médica.

São complicações da doença: abortamento espontâneo ou natimortalidade, parto prematuro, malformação do feto, surdez, cegueira, alterações ósseas, deficiência mental e/ou morte ao nascer.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser feito através de um teste rápido (TR) de sífilis que é um exame prático e de fácil execução, com leitura do resultado em, no máximo, 30 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial. Também podem ser feitos testes treponêmicos e não treponêmicos que são realizados em laboratório e que demoram poucos dias. “No diagnóstico de sífilis congênita deve-se avaliar a história clínico-epidemiológica da mãe, o exame físico da criança e os resultados dos testes, incluindo os exames radiológicos e laboratoriais e a coleta de líquor”, explica.

Tratamento

O tratamento da sífilis é realizado com a penicilina e a dose e tipo de penicilina que devem ser utilizados vão depender do estágio clínico da sífilis. “A penicilina é o tratamento de escolha para sífilis, outros antibióticos devem ser avaliados para casos específicos de acordo com a avaliação criteriosa do profissional de saúde. Após o tratamento completo, é importante continuar o seguimento com coleta de testes não treponêmicos para ter certeza da cura. Todas as parcerias sexuais dos últimos três meses devem ser testadas e tratadas para quebrar a cadeia de transmissão. Quando a sífilis é detectada na gestante, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível. O tratamento da sífilis congênita é realizado com penicilina cristalina ou procaína, durante 10 dias”, diz.

Prevenção 

O uso correto e regular da camisinha feminina ou masculina é uma medida importante de prevenção da sífilis. A prevenção da sífilis congênita é realizada por meio de pré-natal adequado e com qualidade. É fundamental que o teste para sífilis seja ofertado para todas as gestantes, pelo menos no primeiro e terceiro trimestres de gestação ou em situações de exposições de risco. As gestantes com diagnóstico de sífilis devem ser tratadas e seguidas adequadamente, assim como suas parcerias sexuais, para evitar reinfecção após o tratamento.  

“Importante destacar que a sífilis não confere imunidade permanente, ou seja, mesmo após o tratamento adequado, cada vez que entrar em contato com o agente etiológico (T. pallidum) a pessoa pode ter a doença novamente”, alerta Dra. Jaqueline.

Unimed Araxá

A Unimed Araxá atua na região há 32 anos. Tem atualmente 200 médicos cooperados das mais diversas especialidades, com aproximadamente 25 mil clientes, 650 empresas contratantes nas cidades de Araxá, Ibiá, Campos Altos, Perdizes, Pedrinópolis, Tapira e Pratinha, além de atender cerca de 15 mil beneficiários de intercâmbio.

Desde 2017 a Unimed Araxá tem seu hospital próprio, que conta com o que há de mais moderno e eficiente na área e que também integra um Centro de Diagnóstico por Imagens e um moderno laboratório de análises clínicas. Mais recentemente inaugurou sua Clínica Multidisciplinar que tem atendimento exclusivo de profissionais como psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Junto ao prédio central, oferece ainda equipe integrada e programas de saúde voltados à melhoria de qualidade de vida, promoção da saúde e prevenção de doenças no Espaço Viver Bem.

A rede credenciada de serviços é composta ainda por seis hospitais, 15 laboratórios, 33 clínicas, além de aproximadamente 300 colaboradores de forma direta. Daniel Nacati
Assessor de Comunicação / Unimed Araxá
(34) 9.8893-8809