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Araxá realiza a imunização de 3ª dose contra a Covid-19 para adultos e idosos (18+) nesta sexta; confira outras etapas

Araxá promove a aplicação da 3ª dose (reforço) contra a Covid-19 para a população a partir de 18 anos (18+). Para receber a terceira aplicação, é necessário ter sido imunizado com a 2ª dose há pelo menos cinco meses. A imunização acontece nesta sexta-feira (10), das 8h às 16h, no Sesc.

O cronograma no Sesc também contempla a antecipação da aplicação da 2ª dose das vacinas Pfizer e AstraZeneca para pessoas a partir de 18 anos com agendamento até o dia 28 de dezembro ou doses em atraso.

E a aplicação da CoronaVac acontece de acordo com agendamento no Cartão de Vacina ou doses em atraso.

Imunização na Unisa

1ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades

A vacinação contra a Covid-19 de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave acontece nesta sexta-feira (10), na Unisa, das 8h às 16h. Para garantir a vacinação da 1ª dose, todos contemplados neste grupo devem comprovar sua condição clínica.

A Secretaria Municipal de Saúde exige no momento da vacinação os seguintes documentos: CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de Vacina, Cartão do SUS (se tiver) e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica. Quem possuir Benefício de Prestação Continuada (BPC), deve levar o comprovante e a vacinação deve ter a presença de um acompanhante.

2ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades

A aplicação da 2ª dose da vacina contra a Covid-19 de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave nesta sexta-feira (10), na Unisa, das 8h às 16h. Para receber a aplicação é preciso ter recebido a 1ª dose há pelo menos 21 dias (três semanas).

3ª dose para pessoas com alto grau de imunossupressão

A Secretaria Municipal de Saúde aplica a 3ª dose (adicional) contra a Covid-19 para pacientes com alto grau de imunossupressão. A imunização acontece nesta sexta-feira (10), na Unisa, das 8h às 16h. De acordo com o Ministério da Saúde, para receber a dose adicional, pessoas com imunossupressão grave devem ter recebido a 2ª dose há pelo menos 28 dias.

No momento da vacinação, são exigidos os seguintes documentos: CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de Vacina, Cartão do SUS (se tiver) e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica. Quem possuir Benefício de Prestação Continuada (BPC), deve levar o comprovante e a vacinação deve ter a presença de um acompanhante.

Para obter o documento, os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima ou o médico de sua preferência (seja da rede pública ou privada). A emissão de apresentação de falso atestado configura crimes de falsidade ideológica e falsificação de documento, podendo resultar em pena de dois a cinco anos de prisão. A lista de comorbidades está disponível no Site Araxá Vacina (www.araxavacina.com.br).

Conforme orientação do Ministério da Saúde, são consideradas pessoas com alto grau de imunossupressão: Imunodeficiência primária grave; quem está realizando quimioterapia; transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras; pessoas com HIV/Aids; quem faz uso de corticoides em doses iguais ou acima de 20 mg/dia de prednisona ou equivalente, por período igual ou superior a 14 dias; quem faz uso de drogas modificadores da resposta imune; doenças auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias; pacientes em hemodiálise e pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

3ª dose para profissionais de saúde

A Prefeitura de Araxá aplica a 3ª dose (reforço) da vacina contra a Covid-19 em profissionais de saúde que trabalham diretamente no combate ao coronavírus. A imunização acontece nesta sexta-feira (10), na Unisa, das 8h às 16h.

Para receber a vacina será necessário a apresentação da cópia da carteira de trabalho atualizada ou declaração que comprove o exercício da profissão.

A imunização abrange indivíduos que tomaram a segunda dose da vacina em um intervalo de 5 meses entre as aplicações e que trabalham em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde; ou seja, que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde, a exemplo de hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde, laboratórios, farmácias, drogarias e outros locais.

Dentre eles estão agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio, como recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias, gestores e outros, além de trabalhadores de serviços de interesse à saúde.

Trabalhadores que atuam em cuidados domiciliares que atuam em programas ou serviços de atendimento domiciliar, como cuidadores de idosos, doulas e parteiras.

Familiares diretamente responsáveis pelo cuidado de indivíduos gravemente enfermos ou com deficiência permanente que impossibilite o autocuidado, de forma que não estão incluídos todos os contatos domiciliares destes indivíduos, apenas o familiar diretamente responsável pelo cuidado.

Estudantes de graduação e pós-graduação das profissões de saúde, no que couber, desde que estejam em atividade de exposição ao Sars-Cov-2 em razão de estágios curriculares e outras modalidades de prática acadêmica. Sendo destinada para profissionais que receberam a 2ª dose do imunizante em um intervalo de seis meses entre as aplicações.

1ª dose gestantes, puérperas e lactantes a partir de 12 anos

A vacinação para pessoas a partir de 12 anos de grávidas, puérperas e lactantes sem comorbidades que ainda não receberam a 1ª dose da vacina contra a Covid-19 também é realizada na Unisa, das 8h às 16h, nesta sexta-feira (10).

CRONOGRAMA

SESC

3ª dose (dose reforço) para adultos e idosos (18+) que tenham sido imunizados com a 2ª dose há pelo menos 5 meses – SESC

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

2ª dose Pfizer e AstraZeneca para pessoas a partir de 18 anos com o agendamento no Cartão de Vacina até o dia 28 de dezembro ou doses em atraso – SESC

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

2ª dose CoronaVac de acordo com o cartão de vacina ou doses em atraso – SESC

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

UNISA

3ª dose (dose adicional) para pacientes com alto grau de imunossupressão – UNISA

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica.

3ª dose (reforço) em profissionais de saúde que receberam a 2ª dose da vacina em um intervalo de 5 meses entre as aplicações – UNISA

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Carteira Profissional, Cartão do SUS (se tiver) e Cartão de Vacina.

2ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave – comorbidades (com intervalo de 21 dias entre as aplicações) – UNISA

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

1ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave – UNISA

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de Vacina, Cartão do SUS (se tiver) e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica. Quem possuir Benefício de Prestação Continuada (BPC), deve levar o comprovante e a vacinação deve ter a presença de um acompanhante.

1ª dose Gestantes, Puérperas e Lactantes a partir de 12 anos – UNISA

Dia e horário: 10 de dezembro (sexta) – 8h às 16h.

– Puérperas (com até 45 dias) e Lactantes (até 6 meses)

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e Certidão de Nascimento ou Cartão do Bebê.

– Gestantes (com e sem comorbidades)

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e Cartão Pré-natal.

Assessoria de Comunicação

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Mundo vive a maior crise global para crianças desde a criação da Unicef, diz órgão

Relatório aponta que mais de 100 milhões de crianças passaram a viver em pobreza multidimensional durante a pandemia de Covid-19

Criança refugiada do Yemen passa por tratamento em centro médico. Mais de 20 milhões no país são atingidos pelos conflitos armados, que já ultrapassam 5 anosFoto: Mohammed Hamoud/Getty Images
Beatriz Puenteda CNN
no Rio de Janeiro

Saúde, educação, pobreza e imigração são os principais desafios das crianças listados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Ao completar 75 anos, a instituição avaliou que o mundo vive a pior crise para o grupo desde a sua existência.

O diagnóstico está no relatório “Prevenindo uma década perdida: Ação urgente para reverter o impacto devastador da Covid-19 sobre crianças e jovens”, divulgado nesta quinta-feira (9).

O documento aponta que mais 100 milhões de crianças passaram a viver em pobreza multidimensional, quando a agência compara os números atuais aos de 2019. O total passou de um bilhão de jovens para 1,1 bilhão. Esse crescimento de 10% é atribuído pela agência à pandemia de Covid-19.

A pobreza multidimensional leva em conta atributos que não se restringem à questão econômica, como ofertas de serviços e vulnerabilidades diversas. Diretora executiva do Unicef, a americana Henrietta Fore destacou que os avanços de décadas podem ser perdidos em poucos anos.

“Esses ganhos estão em risco. A pandemia de Covid-19 tem sido a maior ameaça ao progresso das crianças em nossos 75 anos de história. Enquanto o número de crianças famintas, fora da escola, que sofrem abusos, vivendo na pobreza ou forçadas ao casamento aumenta, o total de crianças com acesso a cuidados de saúde, vacinas, alimentação suficiente e serviços essenciais diminui. Em um ano em que deveríamos olhar para frente, estamos retrocedendo”, destaca.

O estudo apontou que cerca de 60 milhões de crianças passaram a residir em domicílios pobres, em comparação com o período antes da pandemia.

Além disso, em 2020, mais de 23 milhões de crianças perderam acesso a vacinas essenciais – um aumento de quase quatro milhões em relação a 2019, e o maior número em 11 anos. A publicação não aponta especificamente em quais áreas essa população está concentrada.

A instituição prevê que, se não forem tomadas medias pelas autoridades governamentais para reverter o atual cenário, muitos indicadores vão piorar nos próximos anos. Segundo o relatório, 50 milhões de crianças sofrem de desnutrição aguda, número pode aumentar chegar a 59 milhões já em 2022.

O empobrecimento provocado pela pandemia empurra esse grupo etário para outras vulnerabilidades. A agência das Nações Unidas aponta que o trabalho infantil alcança, atualmente, 160 milhões de crianças, número que, de acordo com o relatório, pode alcançar 169 milhões já no próximo ano.

CNN.COM

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Araxá aplica a 3ª dose contra a Covid-19 para adultos e idosos (18+) nesta quinta; confira outras etapas.

Araxá inicia a aplicação da 3ª dose (reforço) contra a Covid-19 para a população a partir de 18 anos (18+) – adultos e idosos. Para receber a terceira aplicação, é necessário ter sido imunizado com a 2ª dose há pelo menos cinco meses. A imunização acontece nesta quinta-feira (9), das 8h às 16h, no Sesc.

O cronograma no Sesc também contempla a antecipação da aplicação da 2ª dose das vacinas Pfizer e AstraZeneca para pessoas a partir de 18 anos com agendamento até o dia 28 de dezembro ou doses em atraso.

E a aplicação da CoronaVac acontece de acordo com agendamento no Cartão de Vacina ou doses em atraso.

Imunização na Unisa

1ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades

A vacinação contra a Covid-19 de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave acontece nesta quinta (9) e sexta (10), na Unisa, das 8h às 16h. Para garantir a vacinação da 1ª dose, todos contemplados neste grupo devem comprovar sua condição clínica.

A Secretaria Municipal de Saúde exige no momento da vacinação os seguintes documentos: CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de Vacina, Cartão do SUS (se tiver) e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica. Quem possuir Benefício de Prestação Continuada (BPC), deve levar o comprovante e a vacinação deve ter a presença de um acompanhante.

2ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades

A aplicação da 2ª dose da vacina contra a Covid-19 de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave nesta quinta (9) e sexta (10), na Unisa, das 8h às 16h. Para receber a aplicação é preciso ter recebido a 1ª dose há pelo menos 21 dias (três semanas).

3ª dose para pessoas com alto grau de imunossupressão

A Secretaria Municipal de Saúde aplica a 3ª dose (adicional) contra a Covid-19 para pacientes com alto grau de imunossupressão. A imunização acontece nesta quinta (9) e sexta (10), na Unisa, das 8h às 16h. De acordo com o Ministério da Saúde, para receber a dose adicional, pessoas com imunossupressão grave devem ter recebido a 2ª dose há pelo menos 28 dias.

No momento da vacinação, são exigidos os seguintes documentos: CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de Vacina, Cartão do SUS (se tiver) e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica. Quem possuir Benefício de Prestação Continuada (BPC), deve levar o comprovante e a vacinação deve ter a presença de um acompanhante.

Para obter o documento, os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima ou o médico de sua preferência (seja da rede pública ou privada). A emissão de apresentação de falso atestado configura crimes de falsidade ideológica e falsificação de documento, podendo resultar em pena de dois a cinco anos de prisão. A lista de comorbidades está disponível no Site Araxá Vacina (www.araxavacina.com.br).

Conforme orientação do Ministério da Saúde, são consideradas pessoas com alto grau de imunossupressão: Imunodeficiência primária grave; quem está realizando quimioterapia; transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras; pessoas com HIV/Aids; quem faz uso de corticoides em doses iguais ou acima de 20 mg/dia de prednisona ou equivalente, por período igual ou superior a 14 dias; quem faz uso de drogas modificadores da resposta imune; doenças auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias; pacientes em hemodiálise e pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

3ª dose para profissionais de saúde

A Prefeitura de Araxá aplica a 3ª dose (reforço) da vacina contra a Covid-19 em profissionais de saúde que trabalham diretamente no combate ao coronavírus. A imunização acontece nesta quinta (9) e sexta (10), na Unisa, das 8h às 16h.

Para receber a vacina será necessário a apresentação da cópia da carteira de trabalho atualizada ou declaração que comprove o exercício da profissão.

A imunização abrange indivíduos que tomaram a segunda dose da vacina em um intervalo de 5 meses entre as aplicações e que trabalham em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde; ou seja, que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde, a exemplo de hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde, laboratórios, farmácias, drogarias e outros locais.

Dentre eles estão agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio, como recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias, gestores e outros, além de trabalhadores de serviços de interesse à saúde.

Trabalhadores que atuam em cuidados domiciliares que atuam em programas ou serviços de atendimento domiciliar, como cuidadores de idosos, doulas e parteiras.

Familiares diretamente responsáveis pelo cuidado de indivíduos gravemente enfermos ou com deficiência permanente que impossibilite o autocuidado, de forma que não estão incluídos todos os contatos domiciliares destes indivíduos, apenas o familiar diretamente responsável pelo cuidado.

Estudantes de graduação e pós-graduação das profissões de saúde, no que couber, desde que estejam em atividade de exposição ao Sars-Cov-2 em razão de estágios curriculares e outras modalidades de prática acadêmica. Sendo destinada para profissionais que receberam a 2ª dose do imunizante em um intervalo de seis meses entre as aplicações.

1ª dose gestantes, puérperas e lactantes a partir de 12 anos

A vacinação para pessoas a partir de 12 anos de grávidas, puérperas e lactantes sem comorbidades que ainda não receberam a 1ª dose da vacina contra a Covid-19 também é realizada na Unisa, das 8h às 16h, nesta quinta-feira (9).

CRONOGRAMA

SESC

3ª dose (dose reforço) para adultos e idosos (18+) que tenham sido imunizados com a 2ª dose há pelo menos 5 meses – SESC

Dia e horário: 8 de dezembro (quinta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

2ª dose Pfizer e AstraZeneca para pessoas a partir de 18 anos com o agendamento no Cartão de Vacina até o dia 28 de dezembro ou doses em atraso – SESC

Dia e horário: 8 de dezembro (quinta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

2ª dose CoronaVac de acordo com o cartão de vacina ou doses em atraso – SESC

Dia e horário: 8 de dezembro (quinta) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

UNISA

3ª dose (dose adicional) para pacientes com alto grau de imunossupressão – UNISA

Período: quinta e sexta (9 e 10 de dezembro) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica.

3ª dose (reforço) em profissionais de saúde que receberam a 2ª dose da vacina em um intervalo de 5 meses entre as aplicações – UNISA

Período: quinta e sexta (9 e 10 de dezembro) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Carteira Profissional, Cartão do SUS (se tiver) e Cartão de Vacina.

2ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave – comorbidades (com intervalo de 21 dias entre as aplicações) – UNISA

Período: quinta e sexta (9 e 10 de dezembro) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) dos documentos pessoais e Cartão de Vacina.

1ª dose de adolescentes entre 12 e 17 anos com comorbidades e deficiência permanente grave – UNISA

Período: quinta e sexta (9 e 10 de dezembro) – 8h às 16h.

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão de Vacina, Cartão do SUS (se tiver) e declaração legível do médico, emitida em 2021, comprovando a condição clínica. Quem possuir Benefício de Prestação Continuada (BPC), deve levar o comprovante e a vacinação deve ter a presença de um acompanhante.

1ª dose Gestantes, Puérperas e Lactantes a partir de 12 anos – UNISA

Período: quinta e sexta (9 e 10 de dezembro) – 8h às 16h.

– Puérperas (com até 45 dias) e Lactantes (até 6 meses)

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e Certidão de Nascimento ou Cartão do Bebê.

– Gestantes (com e sem comorbidades)

Documentos exigidos: cópia (xerox) CPF, RG, Comprovante de Residência, Cartão do SUS (se tiver), Cartão de Vacina (se tiver) e Cartão Pré-natal.

Assessoria de Comunicação

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Araxá não registra novo caso de Covid-19 nas últimas 24 horas

Nas últimas 24 horas, Araxá não registrou nenhum novo caso de Covid-19. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde nesta quarta-feira (8), 20 meses após o registro do primeiro caso de coronavírus na cidade, em 9 de abril de 2020. Naquela ocasião, o registro foi de um homem de 38 anos, que tinha histórico de viagem para São Paulo (SP). 

O prefeito Robson Magela comemora o marco e faz um alerta para a importância de a população continuar adotando medidas preventivas. “O avanço da vacinação e a redução no número de casos mostram que, acima de Deus, é a vacina que salva, que protege. E cabe a nós, também, termos responsabilidade e continuarmos com os tradicionais hábitos preventivos como o uso de máscara e do álcool em gel”, diz. 

Atualmente, o município conta com 43 casos ativos (em recuperação). Ainda conforme o Boletim Epidemiológico divulgado nesta quarta, os 10 leitos clínicos voltados para o tratamento de pacientes com Covid-19 estão desocupados há 12 dias. O último óbito registrado na cidade foi há 15 dias. Antes disso, a cidade chegou a ficar 40 dias, entre os dias 13 de outubro e 23 de novembro, sem nenhum registro de óbito pela doença. 

A ausência de registros de novos casos de Covid-19 vem em um momento em que a cidade alcança 99,7% da população acima de 12 anos, com pelo menos a 1ª dose, ou dose única, da vacina contra o coronavírus. O DataSUS estima uma população de 8 mil pessoas entre 12 e 18 anos e 83.837 adultos a partir de 18 anos. E conforme a última atualização do Vacinômetro, 91.653 pessoas já foram imunizadas com a primeira dose ou dose única. 

No município, a vacinação segue sendo realizada no Sesc e na Unisa, com mutirões de antecipação sendo realizados semanalmente. Os cronogramas são atualizados diariamente nas redes sociais e site oficial da Prefeitura de Araxá.

Assessoria de Comunicação

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Araxá recebe o 1º Festival Paralímpico destinado a crianças e adolescentes

Para oferecer a crianças e adolescentes com deficiência a experiência de participar de modalidades paralímpicas e propiciar a inclusão social por meio do esporte, Araxá recebe o 1º Festival Paralímpico 2021 no dia 4 de dezembro, das 8h30 às 12h, na Praça da Juventude.

O evento esportivo é uma realização do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes, sob a coordenação da Assessoria Municipal de Esportes Especializados.

O festival é voltado para crianças e adolescentes de 8 a 17 anos com e sem deficiência, com três modalidades paralímpicas: atletismo, bocha e goalball. Será fornecido aos participantes camiseta e kit lanche.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas na sede da Assessoria Municipal de Esportes Especializados, na avenida Antônio Afonso do Vale, Praça da Juventude. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Contatos: (34) 3664-7836 ou 3669-8055.

Att.
Assessoria de Comunicação

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Prefeitura de Araxá abre credenciamento para contratação de 37 médicos para Unidades de Saúde e ESFs

A Prefeitura Municipal de Araxá abriu credenciamento de pessoa física ou jurídica para a contratação de médicos generalistas que irão atender nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades Saúde da Família (USFs) e Equipes de Atenção Básica (EABs).

O edital foi publicado no link “Licitações” no site da Prefeitura Municipal de Araxá nesta sexta-feira (26), com o prazo de 30 dias para profissionais interessados apresentarem as suas propostas. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é que, com o preenchimento das vagas, esses profissionais já sejam convocados para que iniciem, de imediato, o atendimento nas unidades de saúde do município.

O objetivo é atender a demanda existente e melhorar a qualidade do serviço prestado à população. São 31 vagas para clínico geral, de forma que haja atendimento em todas as unidades, em todas as escalas médicas, inclusive as que têm atendimento estendido no período noturno.

A Secretaria Municipal de Saúde também pretende fazer avaliação mensal de desempenho de metas e qualidade do atendimento prestado. Hoje, Araxá tem oito unidades funcionando com 14 médicos no total. A defasagem no quadro de profissionais que atendem nas ESFs é um problema herdado da administração anterior e uma solução vem sendo estudada há meses.

A secretária municipal de Saúde, Lorena de Pinho Magalhães, explica que o valor pago atualmente pela administração é defasado e está bem abaixo do que é praticado no mercado.

“Quando assumimos a gestão da Secretaria de Saúde encontramos uma defasagem de profissionais nas unidades básicas. Fizemos um estudo e constatamos que o valor do salário pago era totalmente fora da realidade e, por isso, não conseguíamos realizar a contratação de mais médicos. Agora, encontramos uma forma de remunerar esses profissionais conforme o valor médio do mercado, e acreditamos que vamos solucionar o problema de falta de médicos nas unidades de saúde”, diz a secretária.

Recentemente, também por meio de credenciamento, foram contratados 53 médicos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), sendo 36 para atendimento clínico e 17 para atendimento de urgência em Sala Vermelha. Com os dois credenciamentos, o município passará a contar com o número de profissionais médicos clínicos gerais suficientes para atender a demanda existente.

“A contratação desses médicos é o primeiro passo para conseguirmos reestruturar todo o sistema de saúde do município que já apresentava vários problemas e que foi agravado com a pandemia do coronavírus”, explica Lorena.


Att.
Assessoria de Comunicação

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Coreia do Sul avalia proibir consumo de carne de cachorro

Defensores dos direitos dos animais aplaudem proposta, enquanto grande maioria da população apoia a proibição do comércio de carne canina. Por outro lado, tradicionalistas defendem que prato é receita típica sul-coreana.

O governo da Coreia do Sul anunciou nesta quinta-feira (25) que planeja criar um comitê de aconselhamento para discutir uma possível proibição do consumo de carne de cachorro no país.

A comissão de 20 membros será composta por especialistas, membros de organizações privadas e autoridades do governo, informou o Ministério da Agricultura sul-coreano, e deverá chegar a um consenso sobre a questão até abril de 2022.

Por um lado, o projeto é exaltado por ativistas e donos de animais de estimação. Os tradicionalistas, por outro, alegam que a carne é uma receita típica sul-coreana e que as pessoas devem ser livres para consumi-la.https://ea49c5fd0506e5ce8f2b21d36a4b37c7.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

O tema entrou na agenda governamental depois que o presidente Moon Jae-in sugeriu, em setembro, que seria hora de impor uma proibição à venda e ao consumo da carne de cachorro.

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e primeira-dama Kim Jeong-sook brincam com cachorros em foto de 2018 — Foto: Cortesia/Presidência da Coreia do Sul

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e primeira-dama Kim Jeong-sook brincam com cachorros em foto de 2018 — Foto: Cortesia/Presidência da Coreia do Sul

Moon, que é um adorador de animais, disse que comer cães tem se tornado cada vez mais controverso na comunidade internacional. E isso não é recente. Em 1988, por exemplo, o governo fechou todos os restaurantes que serviam carne de cachorro em Seul durante os Jogos Olímpicos, a fim de evitar uma imagem negativa da culinária local.

Queda brusca de popularidade

Ainda que a carne de cachorro faça parte da culinária coreana há séculos, sua popularidade tem caído drasticamente nos últimos anos.

Em 2019 foram contabilizados menos de cem restaurantes servindo cachorros em Seul, e a indústria relatou que as vendas tiveram queda de até 30% em um ano. O maior abatedouro de cães do país, em Seongnam, fechou em 2018. O último grande mercado de carne canina, na cidade de Daegu, fechou no início deste ano.

Todos os anos, porém, são criados até 1,5 milhão de cães para fins de alimentação em fazendas espalhadas pelo país. A maioria é consumida nos meses quentes e úmidos do verão, em meio à crença de que comer carne de cachorro aumenta a resistência e a virilidade dos homens.

Cachorros que virariam comida na Coréia do Sul chega para ser adotados em San Francisco, na Califórnia — Foto: AP

Cachorros que virariam comida na Coréia do Sul chega para ser adotados em San Francisco, na Califórnia — Foto: APhttps://ea49c5fd0506e5ce8f2b21d36a4b37c7.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Segundo uma pesquisa de opinião pública divulgada em 2020 pela ONG de defesa dos direitos dos animais Sociedade Humana Internacional (HSI), 84% dos coreanos não comem ou não querem comer cachorro, e 60% disseram apoiar uma proibição do comércio.

“Na última década, com cada vez mais pessoas tendo cães de estimação em casa, os animais são vistos como parte da família, e não como alimento. A maioria dos jovens na Coreia sente-se horrorizada e enojada com a ideia de comer cachorro”, afirma Nara Kim, que dirige a campanha “End dog meat” (Pare com a carne de cachorro), da HSI.

“Além do aumento no número de donos de animais, cresceu também a conscientização das questões de bem-estar animal e, especificamente, o sofrimento animal que ocorre nas fazendas e nos matadouros”, diz Kim.

A mídia coreana demorou para informar a sociedade sobre a real situação das fazendas de cães. Mas quando os ativistas da HSI começaram a levar repórteres até esses locais, os telespectadores ficaram chocados não só com as condições, mas ao verem animais que consideram de estimação esperando para ser abatidos.

Alimento tradicional ou animal de estimação?

Segundo a ativista Nara Kim, a indústria da carne de cachorro na Coreia do Sul busca convencer a população de que os animais criados para comer são diferentes dos de estimação. “Quase como um animal diferente, sem alma. Quando as pessoas veem que isso não é verdade, isso tem um grande impacto”, destaca.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Enquanto pesquisas mostram que cada vez menos coreanos apreciam a carne de cachorro, Kim reafirma que o alimento não pode mais ser considerado parte da cozinha tradicional.

“É mais correto dizer que é um hábito ultrapassado, principalmente para homens idosos que gostam de acreditar que influencia em questões de saúde”, afirma. “Como coreana, é meio que um insulto e uma vergonha que o Ocidente pense que a carne de cachorro é uma tradição coreana.”

Nos últimos seis anos, a HSI cooperou com 18 criadores de cães que queriam deixar esse mercado e os ajudou na transição para um negócio diferente, enquanto encontrava um lar para seus cães, inclusive na Europa.

Kim se diz “cautelosamente otimista” de que a medida planejada pelo governo saia do papel, embora preveja uma forte resistência da indústria.

“Apenas criadores de grandes fazendas estão ganhando dinheiro com isso. As pequenas e médias não são lucrativas e certamente os fazendeiros com os quais conversamos regularmente sabem que esta é uma indústria em extinção e que é hora de deixá-la para trás, ainda que as associações de carne de cão não estejam cooperando”, diz.

Há quem apoie

Ainda que menor nos últimos anos, ainda há um certo grau de apoio ao consumo de carne de cachorro na sociedade sul-coreana. Young-chae Song, professor do Centro de Criação e Colaboração Global da Universidade Sangmyung de Seul, argumenta que, com cada vez menos adeptos ao prato, não seria necessário aprovar uma lei para proibi-lo.https://ea49c5fd0506e5ce8f2b21d36a4b37c7.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

“A demanda é tão baixa agora que o mercado deve decidir quais restaurantes devem sobreviver e continuar servindo carne de cachorro. E qualquer um que queira deve ter permissão para isso”, afirma.

“Não é muito diferente das tradições alimentares em outros países. Estive recentemente em Taiwan e vi pessoas passeando com porcos de estimação, mas os taiwaneses ainda comem carne de porco. Para mim, alguns animais podem ser tanto de estimação quanto comida, e se minha família ou amigos me convidassem para ir a um restaurante de carne de cachorro, eu iria.”

FONTE G1