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Araxá alcança 96% da população adulta imunizada com a 1ª dose ou aplicação única da vacina contra Covid-19

Já foram 80.488 pessoas imunizadas com pelo menos uma dose contra a Covid-19 em Araxá. Com o número, o município alcançou 96% da população adulta vacinada na última sexta-feira (17) após o mutirão de repescagem para quem estava com o Cartão de Vacina em atraso. O índice só foi atingido devido ao esforço da Prefeitura de Araxá para acelerar o ritmo da vacinação e imunizar o mais rápido possível todos moradores da cidade. 

De acordo com a estimativa do DataSUS, departamento do Sistema Único de Saúde do Brasil (SUS) responsável por coletar, processar e disseminar informações sobre a saúde no país, a cidade tem uma estimativa populacional de 83.837 moradores com mais de 18 anos. Ao todo, a Secretaria Municipal de Saúde já aplicou 118.641 vacinas contra o coronavírus, sendo 75.539 de 1ª dose, 38.153 de 2º dose e 4.949 de dose única. 

Mais de 51% da população adulta, 43.102 pessoas, já estão com o esquema vacinal completo (duas doses da Pfizer, Astrazeneca e Coronavac ou dose única da Janssen), o que garante a eficácia dos medicamentos, mas não impede o contágio. Segundo os estudos conduzidos com cada uma das vacinas em uso contra a Covid-19, a imunização em duas doses aumenta e prolonga a proteção contra o vírus e reduz as chances de casos graves da doença.

“Quem ainda não se vacinou, pedimos que procure as Unidades de Saúde assim que o município receber mais vacinas para aplicação da 1ª dose, e da mesma forma, pessoas que estão com a 2ª dose em atraso. Toda semana temos feito antecipação. Quanto mais gente realizar a imunização completa, menores serão as chances de surgir novas variantes, dessa forma, a circulação do vírus reduz significantemente. Precisamos da conscientização e ajuda de todos para retomar à normalidade o mais rápido possível”, destaca o prefeito Robson Magela. 

A coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Erica Fonseca, ressalta os bons números de Araxá. “Acredito que temos praticamente toda a cidade imunizada. Alcançamos 96% da população adulta vacinada. Um número que retrata o belo trabalho de todas as pessoas que fazem o nosso sistema de saúde funcionar , afirma.
Assessoria de Comunicação

Área de anexos

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Prefeitura define novas regras para eventos esportivos no Fausto Alvim durante a pandemia

A Prefeitura de Araxá definiu novas regras para eventos esportivos realizados no Estádio Municipal Fausto Alvim durante a pandemia de Covid-19, em decreto assinado pelo prefeito Robson Magela nesta segunda-feira (20). 

A venda de ingressos e ocupação do público nas arquibancadas do estádio fica limitada a 20% da ocupação nominal, ou seja, permitindo 140 pessoas no setor coberto e 960 no setor descoberto. 

O público deve apresentar comprovante de vacinação (pelo menos 1ª dose ou dose única) contra a Covid-19 e carteira de identidade (RG), observando aqueles já contemplados dentro do cronograma de imunização. 

A Prefeitura de Araxá já havia liberado público no estádio em decreto anterior assinado no dia 3 de setembro, quando naquela ocasião estava limitado a 600 pessoas.

Assessoria de Comunicação

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Prefeitura de Araxá e Fama planejam parceria para ampliar atendimento

Para melhorar o atendimento em toda a rede de saúde do município, a Prefeitura de Araxá tem estudado a possibilidade de ampliar parcerias com instituições que ofertam serviços gratuitos à comunidade.

O prefeito Robson Magela se reuniu com a superintendente da Fundação de Assistência à Mulher Araxaense (Fama), Lídia Jordão, para analisar quais demandas podem ser atendidas pela entidade. A reunião, que aconteceu na última sexta-feira (17), foi solicitada pelo vereador Luiz Carlos Bittencourt, que também esteve presente. Também participaram a conselheira Telma Di Mambro Senra e a coordenadora Renata Lima.

A Fama, mantenedora do Centro de Atendimento à Mulher (CAM) e do Centro de Atendimento à Criança (CAC), tem como objetivo promover a melhoria da qualidade de vida e oportunizar à mulher, à criança e ao adolescente um atendimento nas áreas social, educação e saúde.

“Teremos parceria com todas as instituições que possuem estrutura adequada para suprir algumas demandas de saúde existentes no município. Por isso, queremos conhecer de perto e analisar a melhor maneira de contribuir com essas instituições para que a população tenha qualidade nos atendimentos prestados”, afirma o prefeito.

De acordo com Lídia Jordão, o trabalho oferecido pela instituição desempenha um papel fundamental para a sociedade araxaense e que pode ser ampliado com o apoio do Poder Público. “Levamos algumas propostas de serviços na área de saúde que podem ser desenvolvidos em complementação ao que está sendo ofertado na rede pública municipal. Fomos extremamente bem recebidos pelo prefeito, que deixou claro o interesse da prefeitura em realizar essa parceria e isso nos deixa muito felizes”, destaca.

Na oportunidade, foi comunicado à Fama que a Prefeitura de Araxá realizará o repasse para a entidade de R$ 200 mil, oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Marcelo Álvaro Antônio, encaminhada atendendo a pedido feito pelo vereador Luiz Carlos.


Assessoria de Comunicação

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Dengue em Araxá, 25 casos confirmados em 2021

De acordo com a Secretaria de Municipal de Saúde de Araxá, a cidade tem 393 notificações de dengue e 25 casos confirmados, que são dados referentes de janeiro a setembro de 2021. Não foram registrados casos de chikungunya e zika vírus na cidade.

Nos casos suspeitos de dengue, zika e chikungunha, os exames são enviados para os laboratórios da FUNED em Belo Horizonte.

Ações simples como manter caixas d’água tampadas, limpar sempre as calhas, deixar garrafas viradas com a boca para baixo, manter as lixeiras bem tampadas, deixar ralos limpos e com tela, limpar com frequência vasilhas de água de cão e gatos e preencher pratos de vasos de plantas com areia podem eliminar o mosquito transmissor destas doenças.

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Arábia Saudita retoma importação de carne bovina mineira, diz governo árabe

A Arábia Saudita retomou a compra de carne bovina de cinco frigoríficos mineiros, nesta terça-feira (15), um dia após anunciar a suspensão das importações desses estabelecimentos em razão de dois casos do ‘mal da vaca louca’ em Minas Gerais e no Mato Grosso. A informação consta no site da Saudi Food and Drug Administration (SFDA). 

Os frigoríficos mineiros que estavam bloqueados pela Arábia Saudita tinham plantas nas cidades de Campo Belo, Carlos Chagas, Contagem, Ibirité e Pará de Minas.  

A suspensão de exportações de carne bovina para a China segue em vigor após dez dias da confirmação de infecções pelo ‘mal da vaca louca’ no país. Só em agosto deste ano, o Estado exportou 15,2 mil toneladas de carne para os dois países, equivalentes a US$92 milhões, segundo dados do governo federal.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e a iniciativa privada não arriscam medir os eventuais prejuízos que a paralisação atual pode causar. 

FONTE JORNAL O TEMPO

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Delta já responde por 63% dos casos de Covid-19 no Brasil, diz Rede Corona-Ômica

variante Delta já representa 63% dos casos de Covid-19 no Brasil. O dado é da Rede Corona-ômica, formada por pesquisadores de todo o país e vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apurado a partir de amostras do novo coronavírus depositadas na plataforma internacional Gisaid nos últimos 15 dias

Estrutura de hospitais com leitos de UTI e enfermaria para o tratamento da Covid-19Marcella Gomes

De acordo com os pesquisadores, a linhagem originária da Índia já chegou a 24 estados e ao Distrito Federal.

No Brasil, a cepa Delta só não foi diagnosticada ainda no Acre e em Roraima, onde há casos em investigação. Quase a totalidade dos 37% restantes é de amostras da variante Gamma (P1), de Manaus.

Há registros ainda das linhagens Mu e Lambda, variantes de interesse da Organização Mundial de Saúde (OMS), e não de preocupação, como as demais. No entanto, a presença delas é residual.

Coordenador da rede Corona-ômica e professor da Universidade Feevale (RS), o virologista Fernando Spilki entende a Delta repete no Brasil um padrão observado no exterior, e que o surto anterior da variante Gamma pode ter atrasado a disseminação da linhagem originária da Índia.

“Provavelmente a imunidade de curta duração que tivemos com o surto de grandes proporções de Gamma atrasou a disseminação da Delta, mas o caminho dela está bem determinado em vários estados, deslocando outras variantes. Principalmente, desalojando a Gamma e ocupando protagonismo. Felizmente não temos ainda aumento do número de casos, exceto no Rio de Janeiro. Mas isso ainda pode ocorrer nas próximas semanas”, avalia.

Outra razão apontada pelo pesquisador para um avanço mais lento da Delta é o elevado grau de produção de anticorpos provocado por vacinação recente contra a Covid-19.

Para analisar a situação por estado em termos proporcionais, a rede tem utilizado o recorte dos últimos 45 dias, para garantir que todas a unidades da federação estejam representadas neste período, porque algumas não depositaram amostras no Gisaid em intervalos menores.

Nestas condições, com base em sequenciamentos realizados no período, o Rio de Janeiro tem mais casos da variante Delta: 85%, seguido por São Paulo, com 77%, Paraíba 76%, Santa Catarina 70% e Minas Gerais 42%.

O virologista destaca que o cenário pede atenção, porque não é simples prever o comportamento do vírus a partir do momento em que ele se torne prevalente em cada praça.

“Nós chegamos a ver uma elevação do número de casos no Rio depois que ultrapassou a barreira dos 50%, houve uma elevação momentânea, mas ela também não se manteve ao longo do tempo. Por enquanto, efetivamente, é difícil e vai variar com a situação epidemiológica de cada local. A gente não consegue cravar, como nós imaginávamos, um limite. O que a gente precisa é estar muito atento é à contagem de casos a partir de agora, que ela (Delta) domina o cenário em vários locais”, conclui Spilki.

FONTE CNN BRASIL

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Braço de lutador russo ‘explode’ durante luta de MMA; confira 

Conhecido como Popeye, Kirill Tereshin teve que interromper a luta por conta da lesão no bíceps e corre risco de perder os braços

Lutador admitiu que não adquiriu músculos de forma natural
REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @ KIRILLTERESHIN96

Kirill Tereshin, conhecido como Popeye, por conta dos braços que destoam do restante do corpo, teve que parar uma luta por causa de uma grave lesão no bíceps. Nas imagens, a impressão é de que o braço do lutador pode “explodir” a qualquer momento, tamanho inchaço. 

Durante o combate, Kirill tenta acertar socos em seu adversário. O que ele não percebe é que seus braõs vão ficando inchados, até o momento que a luta é interrompida. Ex-soldado, o hoje lutador de MMA ficou conhecido na internet por conta dos bíceps desproporcionais. 

O “Popeye” agora terá que ser submetido a um procedimento cirúrgico para retirada do excesso de pele e músculos dos braços. O lutador corre ainda o risco de ter os dois membros amputados. 

Como já era de se imaginar, Kirill confessa que os músculos dos braços não foram adquiridos de forma natural, por meio de treinos, dieta e musculação. Ele afirma que fez uso de óleo de synthol, substância usada para inchar os membros e que pode levar à deformação e fibrose muscular. 

FONTE R7

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Ceará investiga nove casos suspeitos da ‘doença da urina preta’

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) investiga a ocorrência de nove casos suspeitos da Doença de Haff, conhecida popularmente como “doença da urina preta”. Os números dizem respeito até o dia 21 de agosto e aguardam confirmação laboratorial da toxina presente em peixes possivelmente contaminados.

A Doença de Haff é transmitida por meio de toxinas presentes em peixes e crustáceos mal acondicionados. — Foto: Fabiane de Paula/SVM

De acordo com o Ministério da Saúde, a Doença de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em peixes como o tambaqui, o badejo, a arabaiana ou em crustáceos, como a lagosta, o lagostim e o camarão.

A toxina, sem cheiro e sem sabor, surge quando o peixe não é guardado e acondicionado de maneira adequada. Quando ingerida, ela provoca “destruição das fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro dessas fibras no sangue, ocasionando danos no sistema muscular e em órgãos como os rins”, segundo o Ministério.

Conforme a Secretaria da Saúde cearense, dos nove casos suspeitos, quatro são homens e cinco são mulheres, com idade média de 51 anos. Os principais sintomas observados, conforme a pasta, foram a urina preta, mialgia na região cervical, nos membros inferiores e superiores, além de dores articulares.

A Doença de Haff pode provocar sintomas entre duas e 24 horas após o consumo do animal infectado. Ela provoca extrema rigidez muscular, também podendo causar dor torácica, dificuldade para respirar e dormência.

Tratamento e prevenção

O Ministério da Saúde aponta que a hidratação é “fundamental nas horas seguintes ao aparecimento dos sintomas, uma vez que assim é possível diminuir a concentração da toxina no sangue, o que favorece sua eliminação através da urina”. Em casos mais graves, pode ser preciso fazer hemodiálise.

Na maioria das vezes, o quadro costuma evoluir bem, mas há risco de morte, especialmente em pessoas com comorbidades. O indicado é procurar ajuda logo após o aparecimento dos primeiros sintomas para que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível.

Não há nada específico que possa ser feito para evitar a enfermidade. Não existem formas de identificar a toxina: ela não tem cheiro, gosto ou cor e não desaparece após o cozimento da carne. A indicação é reduzir o consumo de peixes ou comprá-los em locais onde se conhece o processo de transporte e guarda.

FONTE G1

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Setembro Amarelo é lembrado com ação no pátio da Igreja Matriz de São Domingos

O pátio da Igreja Matriz de São Domingos ganhou cor e várias mensagens neste 10 de setembro. Os balões e faixas fazem parte da ação promovida pela equipe da Saúde Mental da Prefeitura de Araxá e remete ao dia de Combate e Prevenção ao Suicídio (Setembro Amarelo), instituído no calendário oficial de Araxá. 

A ação mobilizou a equipe do atendimento especializado dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Em Araxá, as unidades que oferecem o atendimento especializado, são o Caps AD, Caps Maria Pirola e o Caps Infantil, além da Unileste, Unisa, Uninorte e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para casos de urgência e emergência. 

Ao longo do mês, atividades pontuais e descentralizadas acontecem nas unidades de saúde. Na programação, rodas de conversa, assembleias de escuta, salas de espera com palestras e vídeos, além da divulgação do atendimento especializado e orientações individuais. 

Também, em parceria com a Câmara Municipal de Araxá e o Uniaraxá, todas as sextas-feiras acontecem lives sobre a temática com profissionais e especialistas da área. As lives estão sendo transmitidas pelo no canal no YouTube: Psicologia – Mídias Sociais UNIARAXÁ. 

Programação completa: (https://www.araxa.municipiovirtual.com.br/dados/site_arquivo/8/arquivo/prog-setembroamarelo-2021.pdf)

Assessoria de Comunicação

Área de anexos

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Com prestação de contas ainda não aprovada, Casa do Caminho deixa de receber repasse de R$ 544 mil da Prefeitura de Araxá

Com uma subvenção social no valor de R$ 544.820,27 aprovada há mais de dois meses, a Casa do Caminho de Araxá ainda não teve aprovada oito prestações de contas de convênios firmados com o Município em 2020. A Prefeitura de Araxá aguarda a verificação da documentação, entregue pela entidade somente no último dia 3 de setembro, véspera de feriado, para liberar o recurso de custeio e manutenção das atividades do hospital. 

Esse novo convênio foi proposto pelo prefeito Robson Magela em junho passado, com o objetivo de permitir que a Casa do Caminho tivesse fluxo de caixa suficiente para honrar a folha de pagamento dos seus colaboradores e continuasse a prestar o atendimento médico e hospitalar à comunidade. 

Porém, em análise de apenas um dos convênios firmados pela gestão anterior, a Secretaria Municipal de Saúde já constatou falta de documentos obrigatórios da prestação de contas, comprovantes de pagamentos de serviços executados, dentre outros. O município realiza a verificação de toda a documentação entregue pela entidade na última semana para solicitar todas as correções e comprovação necessária para viabilizar o repasse.

 Em agosto passado, a Casa do Caminho encaminhou um ofício à Prefeitura de Araxá cobrando o repasse do novo convênio firmado em 2021 e os pagamentos dos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No documento, a entidade ameaça paralisar as atividades caso o repasse não acontecesse. Devido à falta de documentos de prestação de contas, a Administração Municipal solicitou uma reunião com o Ministério Público a fim de verificar a legalidade do repasse. 

A Curadoria de Saúde ressaltou que qualquer repasse de verba só poderia ser realizado mediante as devidas prestações de contas apresentadas e aprovadas pelo município e que, caso contrário, os gestores públicos poderiam responder por improbidade administrativa.

 Posteriormente, a promotoria também solicitou informações dos convênios realizados com a instituição Obras Assistenciais Casa do Caminho em 2020 para análise da necessidade de abertura de um processo administrativo. 

A Procuradoria-Geral do Município já notificou o hospital por diversas oportunidades sobre a falta de comprovação dos convênios, visto que as prestações de contas são instrumentos obrigatórios para realização dos repasses. 

Pagamentos dos Serviços SUS 

De acordo com o contrato licitatório (nº 131/2021), firmado entre a Casa do Caminho e a Prefeitura de Araxá para realização de serviços de atendimento hospitalares, clínica cirúrgica, clínica médica, UTI adulto e crônicos (longa permanência) pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a entidade recebe pelos serviços prestados de acordo com os dados inseridos no sistema do Ministério da Saúde. 

Segundo relatório do sistema (Relatório de Faturamento), o hospital realizou um total de R$ 599.168,88 em serviços prestados em julho. O SUS emitiu o faturamento no último dia 28 de agosto (há 13 dias). Com a documentação, a Secretaria Municipal de Saúde deve conferir os dados inseridos no sistema do Ministério da Saúde pela entidade e solicitar a emissão das notas fiscais. 

A Prefeitura de Araxá recebeu as notas referentes ao serviço prestado nesta quinta-feira (9) e efetuou o pagamento no valor de R$ 599.168,88 nesta sexta-feira (10). O município ressalta que os pagamentos referentes ao contrato licitatório (nº 131/2021) seguem em dia, dentro do prazo estabelecido pelo contrato. 

A Administração Municipal reitera o compromisso de transparência com os gastos públicos e ressalta que a falta de fiscalização nos últimos anos gerou, e ainda gera, uma série de procedimentos de apuração sob repasses realizados pelas gestões anteriores.

Assessoria de Comunicação