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Incêndio de grandes proporções destrói 16 ha de mata em Araxá.

Na tarde desta terça-feira, 20, por volta de 13h, os bombeiros militares de Araxá foram acionados em um local no final da Rua Terêncio Pereira onde uma grande área de pastagem e de mata estava incendiando.

Os militares, até as 18 horas já haviam combatido o incêndio que deixou destruídos cerca de 16,3 hectares de plantações, pastagem e área de preservação ambiental.

Além do caminhão de combate a incêndios da corporação, o Corpo de Bombeiros teve o apoio de um caminhão pipa e de um trator para combater as chamas que  duraram mais de cinco horas. 

No final da tarde o incêndio estava confinado em uma área de pastagem e os militares tentavam evitar que ele entrasse para outra área de mata, o que dificultaria o combate das chamas. As causas do incêndio até agora são desconhecidas.

Uma aeronave não tripulada (drone) dos bombeiros foi utilizada para facilitar a determinação da estratégia de combate às chamas.

Idoso ganha na Justiça de MG direito à 3ª dose da vacina contra Covid-19.

Na edição desta terça-feira (20) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes falou sobre uma decisão da Justiça de Minas Gerais que deu a um homem de 75 anos o direito de tomar uma terceira dose da vacina contra a Covid-19.

O idoso tomou as duas doses da Coronavac e fez um exame que detectou poucos anticorpos. Com isso, conseguiu uma indicação médica para tomar a terceira dose e entrou na Justiça. O caso aconteceu no município de Guaxupé (MG).

A microbiologista Natalia Pasternak explica que somente os testes clínicos feitos com o imunizante indicam a eficácia e proteção dele. “São eles que dizem se aquela vacina consegue nos proteger. Não vai ter nenhum teste individual para ver no meu sangue se estou protegido ou não”, disse. “A gente sabe que as vacinas funcionam porque elas foram testadas e aprovadas pela nossa agência regulatória.”

Fernando Gomes reforçou a explicação de Natalia, esclarecendo que os testes rápidos detectam alguns tipos de anticorpos: os IgM (infecção ativa) e IgG (infecção recente). 

“Mas tem também a imunidade celular. [Após a vacinação], as células recebem o benefício de ter memória de modo que, quando se tem contato com agente infeccioso propriamente dito, as células já protegidas e trabalhadas sabendo como combatê-lo”, disse o médico.

“Essa segunda forma [de imunidade], que tem papel importante no combate à qualquer infecção, não pode ser dosada através de um exame de laboratório”, acrescentou Gomes.https://www.riddle.com/a/317645?

O médico disse que, por curiosidade, também fez teste para detecção de anticorpos após ser imunizado com a Coronavac. “Não vieram aumentados nem IgM nem IgG, mas isso não significa que a vacina não funcionou. Sabemos que existe todo um complexo que envolve o sistema imunológico e não se consegue fazer relação tão direta de ‘tomei vacina, produzi anticorpos, portanto, ela funcionou’.”

FONTE CNN BRASIL

Estudo mostra benefícios de exercícios regulares no tratamento de sequelas da covid-19.

Um estudo feito em Santa Catarina mostra que os exercícios praticados de forma regular e monitorada são eficazes no tratamento das sequelas deixadas pela covid-19. A análise avalia 30 pacientes que enfrentam as consequências da doença. O programa de oito semanas envolve atividades aeróbicas e fortalecimento muscular.

Fonte: R7.com

BioNTech desenvolve vacina contra câncer com mesma tecnologia usada contra Covid

“A BioNTech, na Alemanha, está estudando vacinas contra outras doenças infecciosas, incluindo a gripe, e também uma infecção respiratória que acomete idosos”, disse Zerbini. “A grande novidade é que também estão sendo desenvolvidas vacinas contra o câncer, mas elas estão ainda em fase muito inicial”, completou.

A vacina desenvolvida pela BioNTech em parceria com a Pfizer contra a Covid-19 está possibilitando estudos para novos imunizantes contra outras doenças, incluindo o câncer.

Em entrevista à CNN nesta sexta-feira (16), o coordenador do teste clínico da vacina de Covid-19 da Pfizer no Brasil, Cristiano Zerbini, explicou as pesquisas com a tecnologia de vacina com RNAm (RNA mensageiro). 

De acordo com o especialista, já está em andamento estudos de imunizantes contra o câncer colorretal e de pele.

“Essa tecnologia chegou agora para ficar e a gente se sente muito contente com a possibilidade de tratar outras doenças [com vacina RNAm]”, afirmou Zerbini.

A busca por um possível imunizante contra o câncer acontece em todo mundo. No Canadá, pesquisadores da Universidade de Montreal anunciaram estudo para uma vacina contra o câncer que utiliza um vírus chamado de oncolítico para matar as células cancerígenas e, assim, aumentar a imunidade da pessoa contra a doença.

Fonte : CNN Brasil

BOMBEIROS MILITARES QUE AUXILIARAM EM PARTO DE BEBÊ FAZEM VISITA DEZ DIAS DEPOIS EM ARAXÁ.

No dia 07/07/2021, por volta de 13h10min os bombeiros militares de Araxá foram solicitados em uma rua do bairro Boa Vista onde, segundo solicitante uma mulher de 25 anos, com cerca de 40 semanas de gestação sentia fortes contrações e havia rompido bolsa amniótica.
Após deslocarem com alta prioridade para o local, os bombeiros depararam com a bebê recém nascida já fora do ventre da mãe, ligada apenas pelo cordão umbilical e enrolada em um cobertor. Rapidamente os bombeiros fizeram os procedimentos imediatos ao parto que são principalmente garantir o aquecimento do bebê, sua respiração e uma avaliação de adaptação à vida fora do ventre da mãe que se chama escala de APGAR.
A recém chegada, Nadhy recebeu a nota máxima na citada escala, estando com o choro forte, sem sinais de cianose (arroxeamento) no corpo e com resposta motora e tônus muscular normais. A mãe por sua vez, apesar do estresse físico, mental e emocional causado por um parto de emergência estava com sinais vitais estáveis e normais.
O cordão umbilical então foi separado, e a bebê foi transportada em contato pele a pele com a mãe, como prescreve o tratamento humanizado do SUS, até a maternidade da Santa Casa de Misericórdia de Araxá, onde foram deixadas aos cuidados das equipes de enfermagem e médica.

A visita tranquilizadora dos Bombeiros Militares serviu para que os militares, agora com mais calma, pudessem conversar com a mãe e conhecerem melhor a pequena Nadhy que já nasceu, digo, estreou no mundo causando alvoroço!

Cidades de MG que avançaram na vacinação contra Covid zeram internações e mortes.

Cidades mineiras que conseguiram avançar na vacinação mais rapidamente já estão vendo os resultados da imunização nos dados epidemiológicos. Nesses locais, grande parte da população integra algum público prioritário, como é o caso de quilombolas, indígenas ou trabalhadores aeroportuários.

Em Rio Doce, na Zona da Mata, há quase 3 meses não há internações de pessoas com Covid-19. Já Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, não registra morte há mais de 30 dias.

O município de Rio Doce, na Zona da Mata Mineira, foi o primeiro de Minas Gerais a vacinar toda a população adulta com a primeira dose. A cidade possui cerca de 3 mil habitantes e mais de 1,3 mil são quilombolas, que estão no grupo prioritário de imunização. Isso ajudou a acelerar a imunização de toda a população.

O resultado foi uma queda importante nos dados epidemiológicos. O último caso de internação no município foi no dia 19 de abril. O secretário de Saúde de Rio Doce, Rodrigo de Souza, diz que a vacinação é parte importante desse resultado, mas que as medidas preventivas também continuam contribuindo.

“Realmente o impacto da vacinação é muito positivo para o município. A gente percebeu que os casos diminuíram drasticamente, há muito tempo não tem paciente internado no município. E a maioria aqui faz uso da máscara, evita aglomerações. A gente pode contar com a população aqui, as pessoas respeitam bem”, destacou.

Localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Confins é um dos municípios do estado com a vacinação por idade mais avançada. Nesta semana, pessoas com 25 anos recebem a dose e a previsão é terminar toda a população adulta até o final do mês.

A cidade, de cerca de 7 mil habitantes, recebeu mais doses por ter muitos trabalhadores aeroportuários, já que o Terminal Internacional de Belo Horizonte fica na região.

Confins não registra mortes pela doença desde 11 de junho, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES). De acordo com o secretário de Saúde da cidade, Weslei Denis Ramos, isso se deve ao avanço da imunização.

“Após o avanço da vacinação, nós temos agora uma redução muito drástica das pessoas que pegam Covid aqui dentro do município. Continuamos tendo caso, mas um número menor do que já tivemos a uns meses atrás. Também é menor o número de hospitalização e de óbito”, destacou.

No Norte de Minas, a cidade de São João das Missões é a mais avançada em relação à aplicação da segunda dose. O município possui 13 mil habitantes, e a maioria vive em comunidades indígenas. Da população com mais de 18 anos, quase 50% já receberam as duas doses da vacina.

O secretário de Saúde do município, Jonesvan Pereira Oliveira, conta que hoje não há pessoas internadas com a doença por lá. Ele diz que o município continua seguindo as regras de flexibilização orientadas pelo governo do Estado, também em preocupação com cidades da região.

“O impacto da vacinação no município é extremamente positivo, uma vez que, com as internações reduzidas, hoje o número é zero. E isso dá uma sensação de maior liberdade para a comunidade como um todo. Embora tenha avançado bastante na imunização, a gente tem seguido o plano Minas Consciente 100%, porque somos parceiros dos outros municípios e do estado”, afirmou.

Em todo o estado, segundo o governo de Minas, dos mais de 21 milhões de mineiros, 38% receberam a primeira dose e quase 14% a segunda dose. O número de mortes e de casos ainda está em um patamar elevado, mas vem apresentando redução.

A média móvel de mortes, calculada com base nos 7 dias anteriores, está em 143 mortes. Em abril, no pior momento da pandemia, o número chegou em 340 mortes. Já a média de casos, que já esteve próxima de 10 mil, hoje está em 5.222 casos.

Fonte: G1 Globo.com

Nunca estivemos tão perto de uma vacina contra o HIV, diz pesquisador.

Após 40 anos de pandemia de Aids, o mundo “nunca esteve tão perto de uma vacina contra o HIV”, segundo o infectologista e coordenador do Estudo Mosaico no Hospital Emílio Ribas, Bernardo Porto Maia, que conduz a pesquisa com o imunizante em São Paulo.

Em entrevista à CNN nesta quarta-feira (14), ele explicou que, uma vez que a eficácia seja estabelecida, isso pode significar que “em não mais do que 3 a 5 anos” o imunizante esteja disponível para a população.

Justamente nesta etapa do estudo, de fase 3, começam os testes em humanos para descobrir a eficácia da fórmula para produzir anticorpos contra o vírus. Oito países participam dos testes clínicos.

O infectologista destacou que, na fase anterior, com aplicação em animais, os resultados foram promissores: “Encontramos uma eficácia de 67%; historicamente, chegamos o mais longe em 31% de eficácia em humanos, é um estudo que se mostra muito promissor, testamos a segurança da vacina, sabemos que é absolutamente segura, com poucos eventos adversos.”

A testagem será ampliada para um número maior de voluntários: serão 3.800 no mundo para estabelecer se a vacina é capaz de produzir resposta imunológica.

Bernardo Porto Maia ainda disse que o desafio para a elaboração de uma vacina contra o HIV é maior do que os imunizantes contra a Covid-19, que se mostraram eficazes em tempo recorde.

Segundo ele, apesar das variantes do coronavírus, ainda assim as cepas são semelhantes entre si e, portanto, os imunizantes garantem alguma proteção mesmo com as mudanças.

No caso do HIV, porém, “há diversas formas circulantes do mundo, que se distribuem de forma heterogênea, como se fossem vários vírus distintos, isso dificulta a formulação de uma vacina”, disse o pesquisador.

Há outras diferenças para a Covid-19, como a incapacidade do organismo humano de criar uma resposta imune de forma natural contra o HIV, a ponto de erradicar a infecção pelo vírus.

Tratamento

O infectologista ainda avaliou que “muita coisa mudou” desde o surgimento do HIV.

“A gente realmente conseguiu caminhar contra o preconceito e o estigma, a gente fala de HIV por um vírus essencialmente sexual e isso consigo traz um julgamento de valor social e cultural, e conseguimos combater muito disso.”

Ele também falou que o tratamento antirretroviral foi essencial para o processo: “O tratamento, quando há boa adesão, permite que a carga viral fique baixa a ponto de ser não-detectável e isso quebra a transmissão, além de termos uma maior gama de estratégia de prevenção”.

Fonte CNN Brasil

QUEIMADAS, AÇÃO CRIMONOSA! ATÉ QUANDO?

Incêndio destrói 7 hectares no bairro Camuá

Os bombeiros militares de Araxá foram acionados para um combate a incêndio florestal no bairro Camuá na tarde desta terça-feira, dia 13.
Trata-se de uma área aberta com pastagem e uma área de preservação ambiental (APP) próxima que, provavelmente, foram incendiadas por ação humana.

Foi utilizado, além de bombas costais e abafadores, uma máquina carregadeira que estava próximo ao local e foi cedida para fazer um aceiro e colaborar com o combate às chamas que durou quase três horas e gastou cerca de 1.500 litros de água, queimando entre 5 e 7 hectares.

Vacina contra gripe diminui riscos de efeitos da covid, aponta estudo.

Os índices de cobertura vacinal da gripe no Brasil estão baixos, apenas 46,3% do público-alvo foi vacinado. Agora, a população em geral pode se imunizar nos postos de saúde. Os cientistas da Universidade de Miami descobriram mais um motivo para não deixar de lado essa imunização: a proteção contra o vírus Influenza reduz o risco de derrame, sepse (infecção generalizada), internação em UTI (unidade de terapia internsiva) e trombose venosa profundo em pacientes infectados com a covid-19.

O estudo, apresentado no Congresso Europeu de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas, foi feito com dois grupos de 37.377 pessoas de diversos lugares, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, Israel e Cingapura. Um grupo foi vacinado contra a gripe de duas semanas a seis meses antes de ser diagnosticado com covid-19, e o segundo não recebeu imunização.

Os dois grupos foram acompanhados por fatores que poderiam afetar o risco de covid-19 grave, incluindo idade, sexo, etnia, tabagismo e comorbidades como diabetes, obesidade e doença pulmonar obstrutiva crônica.

Foi verificada a incidência de 15 efeitos adversos até 120 dias após o teste PCR positivo para covid-19. Os problemas analisados foram: sepse; derrames; trombose venosa profunda ou DVT; embolia pulmonar; insuficiência respiratória aguda; síndrome do desconforto respiratório agudo; dor articular; insuficiência renal; anorexia; ataque cardíaco; pneumonia; visitas de emergência; internação hospitalar; admissão na UTI; e morte.

As análises concluíram que os indivíduos sem vacinas contra a gripe tiveram 20% mais de chances de ficarem em estado grave da covid e precisar de atendimento em UTI.

Além disso, os não-imunizados tiveram 58% mais de probabilidade de precisarem de pronto-atendimento; 58% mais chance de sofrer um AVC; 45% mais possibilidade de desenvolver sepse e 40% mais de apresentar uma trombose venosa profunda.

O ensaio deixou claro, ainda, que a proteção contra o influenza não diminui os riscos de morte por covid-19 e uma vacina não substitui a outra. Os cientistas concluíram que as duas imunizações são importantes.

Os autores do estudo dizem que são necessárias mais pesquisas para provar e entender melhor o possível vínculo. Porém, no futuro, a vacina contra a gripe pode ser usada para ajudar na proteção em países onde a vacina contra covid-19 está em falta.

“Apenas uma pequena fração do mundo foi totalmente vacinada contra a covid-19 até o momento e, com toda a devastação que ocorreu devido à pandemia, a comunidade global ainda precisa encontrar soluções para reduzir a morbidade e a mortalidade. Ter acesso a dados em tempo real de milhões de pacientes é uma poderosa ferramenta de pesquisa. Juntamente com perguntas importantes, permitiu que minha equipe observasse uma associação entre a vacina contra a gripe e a menor morbidade em pacientes covid-19”, explicou Devinder Singh, autor sênior do estudo e professor de cirurgia plástica na Faculdade de Medicina da Universidade de Miami Miller.

“Independentemente de diminuir efeitos adversos associados a covid-19, simplesmente ser capaz de conservar os recursos globais de saúde mantendo o número de casos de gripe sob controle é motivo suficiente para defender esforços contínuos para promover a vacinação contra a gripe”, acrescentou o médico no congresso online que a pesquisa foi apresentada